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Portugal nunca recuperou da bancarrota de 2011 e os portugueses continuam a ser mais pobres do que antes desse evento catastrófico. Os avisos vindos de fora estão aí: os salários vão desvalorizar-se ainda mais.

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O clima de crispação política regressou em força a Portugal, e a proximidade das eleições autárquicas de finais de Setembro, ou inícios de Outubro, faz com que este mau ambiente tenha tudo para continuar a grassar.

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A empresa de automóveis francesa Peugeot quer adquirir a Opel à norte-americana General Motors, mas Angela Merkel ainda não decidiu se autoriza a transacção. O famoso “proteccionismo”, afinal, não é exclusivo da América…

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Vasco Calixto regressou recentemente a Mértola, após uma última visita, há pouco mais de uma década. Mértola apresentou-se-me agora como "Capital Nacional da Caça", com uma elucidativa presença estatuária de duas espécies de grande porte que estão na mira dos caçadores mais afoitos.

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Até agora, a ‘geringonça’ beneficiou da retoma económica – a “pesada herança” deixada pela anterior coligação de Governo. Mas a OCDE já deixou o aviso: Portugal está a atingir o máximo do que é possível alcançar só com essas medidas. Para alcançar mais prosperidade e menos desemprego, Costa vai ser chamado a tomar decisões a sério nos próximos meses.

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Depois da reposição de rendimentos em 2016, a extrema-esquerda quer fazer de 2017 o ano de anulação das medidas da reforma laboral concretizadas durante o Governo de Passos Coelho, e que corresponderam a uma exigência da Troika aquando do resgate a Portugal.

MANUEL SILVEIRA DA CUNHA

UM PAÍS DOIS DESTINOS

HENRIQUE NETO
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A VIA LUSÓFONA

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COM TODA A NATURALIDADE

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CULTURA E HISTÓRIA

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Os famosos debates do Clube dos Pensadores, dinamizados por Joaquim Jorge, regressam ao Hotel Holiday Inn, de Gaia, no próximo dia 13. O primeiro convidado de 2017 é Júlio Machado Vaz.

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Os estudos históricos não deixam dúvidas: Portugal “enriqueceu” mas manteve-se de facto pobre durante as chamadas “épocas de ouro”. O eldorado prometido não existe, o dinheiro fácil de obter também facilmente se gasta, e só com recurso à produção nacional pode Portugal ser rico.

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Os espanhóis ficam, em média, com mais 580,44€ do que um português para se governarem durante o mês – e ainda gastam menos dinheiro a adquirir os produtos essenciais para viver.

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