ÚLTIMAS

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Mal o País acorde desta modorra estival, a escolha de um novo modelo para a ADSE (Direcção-Geral de Protecção Social aos Funcionários e Agentes da Administração, antiga Assistência na Doença aos Servidores Civis do Estado) vai inevitavelmente ser um dos grandes temas da ‘rentrée’.

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Não adianta crucificar os nossos atletas pela falta de medalhas nos Jogos Olímpicos: a fraca ‘performance’ do desporto nacional reflecte uma classe dirigente desinteressada, um empresariado sem meios de investimento e a ausência de estímulos à prática desportiva. Não há omeletes sem ovos…

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A política portuguesa e a governação do País são feitas de uma sucessão de erros graves que conduziram Portugal para o empobrecimento, mas é provável que a questão dos fogos seja aquela que mais facilmente possa ser usada para demonstrar a incompetência dos vários governos, incluindo o actual.

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“Leão dos Mares”, “Marte Português”, “César do Oriente”, o “Grande”, ou o “Terrível”. Muitos foram os cognomes pelos quais Afonso de Albuquerque ficou conhecido e ganhou fama junto dos seus aliados e inimigos. Amado por muitos e odiado ainda por mais, conquistou a pulso o respeito e veneração de todos aqueles que o conheceram, revelando-se uma das personalidades mais fascinantes da sua época.

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Entre pequenos incendiários de ocasião movidos por razões obscuras e grandes empresas privadas que vivem do combate aos fogos, muita gente faz da “época de incêndios” em Portugal um negócio rendoso. E não falta quem esfregue as mãos de contentamento perante a desorganização das entidades oficiais e a falta de prevenção…

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Depois dos dias passados no Brasil a acompanhar os Jogos Olímpicos e em contactos com a comunidade portuguesa, o Presidente da República assumiu numa entrevista a uma televisão brasileira que Portugal está “partido ao meio” e que o seu papel enquanto Chefe do Estado é “unir o País”.

CARTAS DE LONDRES

JOÃO PEREIRA
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COM TODA A NATURALIDADE

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MANUEL SILVEIRA DA CUNHA

A VIA LUSÓFONA

CULTURA E HISTÓRIA

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Durante a vigência da “democrática” III República, os portugueses nunca tiveram direito a votar sobre qualquer assunto europeu.

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Equipados com tecnologia britânica, apoiados por uma forte infra-estrutura de profissionais da educação e fundações privadas dignas desse nome, os vários projectos de literacia informática do Reino Unido são um enorme sucesso desde 1982 sem custar mundos e fundos ao contribuinte e envergonham, por comparação, o anterior Governo socialista, que não os conseguiu sequer copiar decentemente.

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Perante a crise permanente, a insegurança do dia-a-dia, a intolerância para com a religião católica, os constantes golpes, revoltas e revoluções sangrentas que marcaram a I República, há 90 anos o país exigiu que as Forças Armadas assumissem as suas responsabilidades.

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