“A minha perspectiva é que no ano de 2010, finalmente, comecemos a recuperar emprego” – afirmava o primeiro-ministro socialista, já com o descalabro total da economia nacional a acontecer. Em 2017, apesar da propaganda socialista, dos cartazes optimistas nas ruas e das palavras de ordem no Parlamento, o País ainda não recuperou dos seis anos da (des)governação de José Sócrates, na qual teve papel destacado o actual primeiro-ministro. Isso não impede que, todas as semanas, António Costa e o PS anunciem ao País “boas notícias”, tal como Sócrates fazia, promovendo a ilusão de que Portugal já se livrou da grave emergência nacional lançada pela bancarrota de 2011. Mais ilusionista ainda, o chefe do Governo apoiado pela ‘geringonça’ inventou uma “narrativa” segundo a qual a culpa do descalabro reside na coligação de direita que teve de gerir o pesado legado do principal arguido da Operação Marquês.

Entre os anos de 2005 e 2011, o nosso País foi (des)governado por José Sócrates. O consulado socialista terminou com a bancarrota nacional e uma gravíssima crise económica que deixou a Nação de rastos. No entanto, até ao derradeiro dia, foi-nos vendida a ilusão de que Portugal se encontrava em excelente estado.

Aliás, em 2009, o então primeiro-ministro afirmava, em plena época eleitoral, que se orgulhava de poder deixar o País “melhor” do que quando assumiu o cargo.

Menos de dois anos depois, a Nação entraria em colapso económico, com os primeiros sinais desse desfecho já claros no horizonte. O DIABO denunciou-o com grande antecedência, contrariando as “narrativas” optimistas e encomiásticas da generalidade da imprensa do sistema: “Portugal à beira da bancarrota, Sócrates não está preocupado” – titulava o nosso jornal.

O alerta foi menosprezado, e os jornais “politicamente correctos” continuaram a divulgar docilmente as “boas notícias” de Sócrates, nas quais já nem o Presidente da República, Cavaco Silva, acreditava, como agora revela no seu último livro autobiográfico.

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