Internacional

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Parece que não falta, no insignificante Partido Socialista português, quem queira dar conselhos e lições a propósito da eleição de Donald Trump para o cargo de Presidente dos Estados Unidos da América.

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Contra quase todas as previsões e sondagens, Donald Trump foi eleito Presidente dos Estados Unidos da América do Norte. O seu inesperado triunfo faz tremer o “centrão” europeu, a braços com vários actos eleitorais nos próximos meses: depois de Trump, a classe média enfurecida já não pode ser domada nem esquecida como tem sido até agora.

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No Centro e Leste europeu, a adesão à UE significou, no essencial, a abertura de fronteiras e a liberdade de movimentos: reabriam-se portas que não se voltariam a fechar.

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Dado estar a decorrer o processo de discussão sobre o que será o novo Orçamento Geral do Estado para 2017, Miguel Mattos Chaves renova aqui as sugestões de medidas concretas para que Portugal possa enveredar pelo caminho do desenvolvimento necessário a proporcionar o bem-estar dos portugueses.

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Por esta altura já o Reino Unido deveria estar em colapso, a Escócia prestes a separar-se de Londres, a economia em ruínas, a monarquia abolida e os sete cavaleiros do apocalipse a passear pelas ruas da City. Isto, claro, segundo a campanha negra dos europeístas radicais. No mundo real, não só o Brexit está quase a acontecer sem grandes percalços, como agora várias agências financeiras dizem que a versão “saída imediata” sem negociações não será uma má opção para Theresa May.

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O multiculturalismo, de mãos dadas com o “politicamente correcto”, pode conduzir a que as massas de imigrantes jamais sejam absorvidas pelo Canadá e se criem sociedades paralelas, prejudiciais ao desenvolvimento harmónico do país, verdadeiras forças centrífugas que podem levar à implosão social. Uma lição a aprender.

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Cansados de atentados terroristas, guetos muçulmanos, guerras de gangues nas grandes cidades e tentativas de afirmação territorial islâmica, os eleitores do Velho Continente parecem dispostos a abrir os braços a quem lhes garanta a preservação da identidade e a reposição da tão desejada ordem.