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Desde o Verão que a Europa está a braços com uma grave crise migratória. Os adeptos do “politicamente correcto” quiseram resolvê-la com o facilitismo, mas o tempo veio provar que estavam errados. Agora, há países europeus em pânico, dispostos a tudo para travar uma invasão que põe em causa a civilização.

No dia de Ano Novo, os europeus saíram às ruas para celebrar um 2016 que se espera próspero. Bem, nem todos: os belgas tiveram de ficar em casa, com o país novamente sob ameaça do terrorismo islâmico. Talvez tenha sido uma bênção para muitas mulheres belgas, que não tiveram de sofrer as agressões de cariz sexual que outras europeias tiveram de sofrer. Por toda a Europa, dezenas de mulheres foram assediadas, roubadas e sexualmente agredidas por “homens jovens” cuja aparência foi descrita pelas vítimas como “árabe” ou “norte-africana”.

Só em Colónia foram registados 170 casos de ataques a mulheres. Os agressores formaram grupos de 3 a 5 indivíduos que procuraram mulheres e sobre as quais cometeram, segundo palavras da polícia alemã, “vários delitos sexuais”. Segundo o jornal alemão “Die Welt”, a maioria dos agressores tinha, de facto, estatuto de refugiado, e provinha da Síria. Os jornalistas deste periódico de referência revelam, também, que a polícia tinha total conhecimento deste facto desde as primeiras horas do incidente, mas decidiu não o revelar por razões que o jornal classifica como “politicamente correctas”.

O jornal local “Kölner Stadt-anzeiger” confirma estas acusações, e afirma que setenta e um dos agressores foram identificados, mas não foram detidos. Mais: segundo aquele diário, o agente responsável pelo processo terá querido, naturalmente, incluir a informação de que a maioria dos agressores tinha estatuto de refugiado, mas um agente federal ter-lhe-á dado ordens para não o fazer, notando que seria “politicamente embaraçoso”.

Vândalos

No Verão de 2015, O DIABO deixava o aviso “politicamente incorrecto”…
No Verão de 2015, O DIABO deixava o aviso “politicamente incorrecto”…

A imagem que foi inicialmente passada pelos poderes políticos foi a de incompetência das forças da ordem.

Os vários agentes envolvidos, sentindo o seu orgulho profissional ferido, têm vindo a prestar declarações à imprensa.

“Ao contrário do que foi dito publicamente pelo Governo, a polícia fez numerosas verificações de identidade”, revelou um agente da lei alemão ao “Die Welt”, notando que “a maioria deles [dos indivíduos identificados] eram refugiados recém-chegados”.

Outro polícia, em declarações ao jornal “Der Spiegel”, descreveu o cenário do dia de Ano Novo: “Estavam na praça milhares de homens, a maioria de origem migrante, que estavam a atirar garrafas para a multidão, ao calhas”; e sublinhou que os agentes tiveram de dar assistência a “cidadãos ansiosos, muitos com crianças a chorar e em choque”.

Inúmeros vândalos com estatuto de refugiado recusaram-se a acatar as ordens das forças da ordem para pararem de incomodar a população, segundo um relatório a que o “Spigel” teve acesso. Um deles terá mesmo dito a um agente que não tinha o direito de “incomodá-lo”, pois “sou sírio, têm que me tratar bem. Foi a senhora Merkel quem me convidou”. Outro, ainda, terá rasgado a autorização de residência em frente a um agente, dizendo-lhe: “não me podes fazer nada, amanhã consigo outra”.

Segundo o comunicado da polícia, o objectivo principal dos agressores era roubar, e o assédio sexual veio por arrasto. No entanto, em declarações ao “Die Welt, sob condição de anonimato, um política revelou que “o que aconteceu na verdade foi o total oposto”, e que “para os agressores, maioritariamente de origem árabe, a agressão sexual era a prioridade”, notando que, do ponto de vista dos agentes no local, aquele grupo de homens estava em busca de “diversão sexual”. O chefe da polícia da cidade de Colónia, Wolfgang Albers, foi entretanto suspenso.

A culpa é… das vítimas!

O caso em Colónia não foi único na Europa. “Foram apresentadas várias queixas por roubos e agressões sexuais” revelou um comunicado da polícia de Zurique, e o director-adjunto da polícia de Helsínquia, Ilkka Koskimaki, revelou que “a polícia recebeu informação de três casos de agressão sexual”, notando que “os suspeitos eram requerentes de asilo. Os três foram detidos no local e colocados sob custódia”. As forças da lei europeias tiveram dificuldade em reagir a tamanha onda de violência. “Não tem havido este tipo de abuso em passagens de ano anteriores, ou sequer noutras ocasiões… Este é um fenómeno completamente novo”, terá afirmado Ilkka Koskimaki.

Nos países islâmicos, é costume as mulheres serem consideradas, na melhor das hipóteses, como cidadãs de segunda categoria ou, na maior parte dos casos, como simples “mercadoria” – e parece ter sido com este critério primitivo que os vândalos atacaram as mulheres europeias. Na Europa civilizada e do Estado de Direito, as mulheres há muito que viram os seus direitos garantidos. Esses direitos, no entanto, estão sob ameaça de serem revogados pelas forças do “politicamente correcto”.

Em resposta aos ataques de Colónia, a presidente da Câmara local inverteu o problema e culpou… as vítimas das agressões! Citada pela CNN, Henriette Reker defendeu que “as mulheres deveriam ser espertas e não andar a abraçar todas as pessoas que conhecem e que parecem simpáticas”, notando que à luz das diferenças culturais estes actos podem ser “mal entendidos”. Houve também um apelo a que as mulheres usassem roupas mais “modestas” para não provocar os “migrantes”. Aos europeus, pelos vistos, só falta pedir desculpa por existirem…

Mudança de política

As declarações da presidente da Câmara geraram uma onda de indignação, cujo alvo também é Angela Merkel, que abriu as fronteiras do país à maior onde migratória desde a II Guerra Mundial. O seu próprio partido, a União Democrata Cristã, poderá estar em vias de lhe tirar o apoio, o que significaria que teria de se demitir imediatamente do cargo de Chanceler. O secretário-geral do partido de Merkel, Andreas Scheuer, enviou uma forte mensagem à líder alemã, notando que o seu partido iria insistir na deportação de qualquer refugiado que estivesse ligado a estes ataques. Algo que o ministro da Justiça entretanto confirmou como tendo sido a linha adoptada neste caso.

Mesmo assim, Scheuer agora exige que Merkel limite imediatamente o número de imigrantes ilegais a entrar na Alemanha. Horst Seehofer, o líder da União Cristã Social, o partido-irmão de Merkel na Baviera, avisou que a Alemanha só tinha capacidade para acolher 200 mil refugiados no máximo, e que poderia retirar o apoio a Merkel. Sem metade do seu próprio partido, e sem os bávaros, a sobrevivência de Angela Merkel, uma política conservadora, ficaria nas mãos dos social-democratas.

Leis mais duras

O caos que se vive significa que a lua-de-mel que se vivia desde o Verão acabou. A Suécia, o país com as fronteiras mais abertas a seguir à Alemanha, colocou controlos de fronteira mais duros, e exige que qualquer requerente de asilo chegue com documentos válidos. As empresas de transportes que ajudem imigrantes sem documentação a entrar no país vão ser punidas severamente segundo uma nova lei.

A Dinamarca, por sua vez, vai começar a confiscar os bens dos refugiados que chegam, como forma de garantir o pagamento dos gastos, bem como dos possíveis estragos, durante a sua estada no país.

O Reino Unido e a França avisam que não concordam com qualquer plano de redistribuição do milhão de refugiados. A opinião do primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, de que “a ideia de uma Europa multicultural é irrealizável, uma ficção, um sonho que não funciona” parece vingada. E o mesmo Fico anunciou que vai exigir uma reunião de emergência do Conselho Europeu para discutir o problema, e tentar parar definitivamente a invasão imigratória.

A Alemanha concorda, e agora até Merkel quer tornar o processo de deportação mais rápido e sumário. A diferença que seis meses fazem…