Nacional

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Ele faz a festa, lança os foguetes e apanha as canas. O respeitável público gosta, as televisões adoram, o poder agradece a ajudinha e todos parecem felizes. Todos? Não. Entre a imensa maioria que elegeu Marcelo Rebelo de Sousa, a imagem do Presidente degrada-se, gasta- se ao ponto de perder tecido e está cada vez mais colada a uma esquerda que só o tolera porque pode usá-lo. Os elogios do Chefe do Estado ao Partido Comunista, na última semana, ultrapassaram os limites daquilo que o povo de Direita está disposto a engolir sem protesto.

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Entre os anos de 2005 e 2011, o nosso País foi (des)governado por José Sócrates. O consulado socialista terminou com a bancarrota nacional e uma gravíssima crise económica que deixou a Nação de rastos. No entanto, até ao derradeiro dia, foi-nos vendida a ilusão de que Portugal se encontrava em excelente estado.

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José Sócrates apresenta-se como um injustiçado. Um verdadeiro “Calimero” que se queixa da Justiça em sucessivas aparições públicas e publicadas. Em mais um artigo de opinião agora publicado no ‘Diário de Notícias’, o ex-líder socialista disse mesmo que o Ministério Público se transformou num “departamento estatal de caça ao homem”.

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Os dias em que as figuras públicas se desafiavam umas às outras para duelos, com opção de pistola ou florete, já passaram. No entanto, ocasionalmente, figuras gradas do PS gostariam literalmente de reviver os bons velhos tempos – e ameaçam com pancada rija quem se atreve a discordar de si...

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O Chefe do Estado Português continua a sair mais caro aos portugueses do que Felipe VI aos espanhóis. Nos últimos anos, a Casa Real espanhola aplicou um programa interno de austeridade que reduziu as suas despesas, enquanto a Presidência portuguesa conseguiu aumentar ainda mais os custos de manutenção. A comparação negativa não se aplica só a Espanha: o nosso Presidente é mais dispendioso para os cofres públicos do que muitos dos monarcas europeus.

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A vinda do Papa a Portugal vai dar mais uma tolerância de ponto aos funcionários públicos, aumentando ainda mais o favorecimento destes face aos que trabalham no sector privado.

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Em tempos aplaudiam de pé a tirania esquerdista radical que há anos oprime a Venezuela. Agora que essa ditadura começou a distribuir armas pelas suas milícias em antecipação de uma guerra civil, a esquerda portuguesa divide-se entre aqueles que ainda defendem o “chavismo” e aqueles que começaram a mudar o bico ao prego e a distanciar-se do regime surrealista de Maduro.