Nacional

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É impossível fugir ao facto estatístico de que Portugal arde hoje mais do que nunca na sua história, e o povo português começa a exigir responsabilidades à classe política por décadas de má gestão.

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A campanha eleitoral em Sintra está a ser marcada por uma questão pessoal: o percurso político do candidato socialista, antigo fundador do CDS e ex-defensor dos patrões da Indústria. Em 2001, aos 58 anos, Basílio Horta decidiu mudar de vida. Começou por abandonar o CDS para aderir ao Partido Socialista, cujos princípios doutrinários tinha passado a vida a combater.

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“O mais grave na gestão camarária de Leiria é o compadrio”, afirma. Sempre polémico, Fernando Costa foi Presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha durante longos anos em que pura e simplesmente revolucionou a cidade. Este ano é o cabeça de lista do PSD a Leiria. Diz “ter uma convicção muito forte” de que pode ganhar Leiria.

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É líder do CDS-PP e encabeça a coligação “pela Nossa Lisboa” que junta CDS-PP, MPT e PPM na corrida à Câmara da capital. Há meses no terreno, Assunção Cristas respondeu a um questionário elaborado por Eva Cabral, e dividido claramente em duas partes: a Política e a Vida. São vinte perguntas sobre um exercício de equilíbrio que uma determinada e sorridente mulher escolheu para a Política e para a Vida.

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Neste caso estrambólico, em que um “conflito Norte-Sul” encobre uma guerra política que agitou a última semana, Rui Moreira desmente sem margem para dúvida: a comissão que supostamente avaliou a candidatura tinha na designação uma referência inequívoca à instalação “na cidade de Lisboa”.

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O Estado tem pena dos inquilinos, mas “obriga” os senhorios a terem de abrir o porta-moedas para, por “caridade”, aguentarem rendas baixas mais anos. O Estado tem pena mas não é ele que paga. Uma República das bananas, o reino da geringonça.

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Digam lá quem é amiguinho, quem é? O Partido Socialista, que há dois anos estava à beira da bancarrota, já “só” deve 20,7 milhões de euros aos credores, graças a uma “renegociação da dívida” feita por Luís Patrão, ex-chefe de gabinete de José Sócrates e hoje o homem-forte do cofre socialista.