Nacional

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José Maria Mendes Ribeiro Norton de Matos (1867-1955), militar e colonialista, promovido ao posto de major em 1912, nesse mesmo ano iniciado na Maçonaria, da qual chegou a ser grão-mestre, e nomeado governador-geral de Angola, foi figura de muito relevo da 1ª República.

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Quando foi presidente da Câmara de Lisboa, António Costa actuou como um eucalipto e ‘secou’ tudo à sua volta, conseguindo no segundo mandato uma maioria absoluta para governar. BE e PCP não estão dispostos a deixá-lo repetir essa estratégia no Governo.

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A redução da TSU para “compensar” os patrões pelo aumento do Salário Mínimo Nacional está a deixar a esquerda em “guerra” com António Costa.

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A “aldeia mais portuguesa de Portugal” homenageia todos os que tombaram no campo da Honra.

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Para muitos portugueses, o dia da Restauração é um dia fundamental para a Nacionalidade. Para outros, é pouco mais do que um feriado. E dir-se-ia que a maioria nem sabe o que se celebra.

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Portugal não tem que agradecer nenhuma liberdade, nem nenhuma democracia ao 25 de Abril. O regime de terror estalinista que se seguiu – perseguições individuais, roubos, ocupações de terras, nacionalizações, prisões arbitrárias, exílio forçado de milhares de pessoas, assassinatos e julgamentos sumários realizados nos estabelecimentos de ensino, estabelecimentos militares e empresas, resultando sempre na “condenação” dos arguidos à pena de “saneamento” – só começou a ter fim em 25 de Novembro de 1975. Honremos os que deram a vida nesse dia em defesa de um Portugal independente.

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A ‘geringonça’ rejubila com as notícias de que Portugal foi o país da Zona Euro com maior crescimento económico. O que a comunicação social omite é que a economia está a crescer graças às políticas do anterior Governo, que deixaram uma “pesada herança” positiva nas exportações e no turismo. Entretanto, as promessas de Costa de “restituir rendimentos” e “virar a página da austeridade” revelaram-se largamente exageradas: Centeno enganou-se nas previsões “milagrosas”, o consumo continua negativo e a dívida pública não pára de subir em flecha…