Pedro MesquitelaPEDRO MESQUITELA 

Esta última semana o mundo parece ter acordado para a questão das migrações de refugiados/imigrantes oriundos de África e do Médio Oriente, e em grande medida pela fotografia do menino Aylan Kurdi, de três anos, e pela notícia que seu irmão Galip, de cinco anos, e sua mãe Rehana também tinham morrido afogados, quando o seu barco naufragou entre a Turquia e a ilha de Kos na Grécia. Todos serão enterrados em Kobane, a cidade “mediática” na fronteira da Síria com a Turquia, recentemente liberta pelos pashmeres aos jihadistas.

Temos todos o direito de ficar indignados, e de tentarmos arranjar uma série de culpados pela morte de Aylan, que é na verdade comovente. O que me pergunto é quantos Aylans já morreram, quantos Galip se afogaram, quantas Rehanas não chegaram ao seu destino.

A Europa tardou em reagir, só agora se está a organizar para, de uma forma eficaz, tentar relocar esta multidão. Aplaudamos estes esforços, mesmo que tardios.

Comovido embora pela situação de desespero desta turba em movimento, não posso deixar de reflectir sobre quatro pontos que me parecem fundamentais:

Existe hoje um verdadeiro comércio de transportes destes “peregrinos”, que beneficia somente quem lhes cobra as passagens em barcos sem nenhuma segurança, baseados no raciocínio que alguém mais caridoso os recolherá em pleno mar mais cedo ou mais tarde, ou tomará conta deles caso cheguem a terra firme.

Existe alguém que paga essas passagens. Não acredito que todos estes emigrantes tenham os fundos necessários para pagarem aos traficantes humanos os altos custos cobrados, mormente quando se trata de famílias inteiras. Aparentemente existem organizações nos EUA que “inocentemente” estariam a canalizar fundos, pensando que realmente estão a ser humanitários. Mais uma vez a manipulação das boas intenções, tão comum nos EUA e suas igrejas e congregações, pois a maioria dos cidadãos americanos é profundamente religiosa mas muito ingénua, não conhecendo a verdadeira realidade do mundo actual. Estão de facto a condenar muita gente à morte, e alguém está por trás a manipular este contingente de bons samaritanos.

  • Leia este artigo na íntegra na edição impressa desta semana.
  • Augusto

    Estes não são refugiados. São literalmente invasores islamicos para ocuparem a Europa. Repare-se que a maior parte deles são homens em idade militar, e como dizia um oficial dos EUA os homens raramente abandonam as suas famílias em tempo de guerra. 80% deles não tem quaisquer qualificações. A Suécia é a 2ª capital do mundo em Violação (mais de 70% dos violadores são islamicos – que não reconhecem os mesmos direitos entre homens e mulheres, logo as mulheres são seres de 2ª classe que qualquer islâmico se pode apropriar,… onde estão as feministas agora?)
    Esta invasão foi planeada por António Guterres a ONU a NATO e a UE como prova este documento da NATO ( http://www.cuttingthroughthematrix.com/articles/strat_trends_23jan07.pdf) publicado em 2006 onde já conheciam esta situação.
    A Europa vai estagnar ou até entrar em declínio, a Alemanha não vai mais conhecer nenhum crescimento económico. O colapso económico é lento e evidente mas será acelerado com mais “eventos” terroristas.
    E toda esta conjugação de “crises” que foi planeada e artificialmente provocada, vai gerar uma necessidade de harmonização internacional para combater o terrorismo (que o ocidente financiou: http://pt.blastingnews.com/internacional/2015/02/eua-e-obama-financiam-o-terrorismo-isis-00280083.html), esta conjugação de “interesses” vai gerar um Governo Mundial (a chamada Nova Ordem Mundial) criado de “emergência”. E será permanente, eterno, não eleito, super centralizado, corrupto e opressivo.
    Divulgar este cenário apocalíptico antes que nos bata à porta, porque já começou: os “refugiados” são procriadores, terroristas futuros problemas sociais, segundo a engenharia social.
    O que podemos fazer?
    Eu sugiro 3 passos:
    1 – Conhecimento e divulgação de direitos constitucionais, exercício activo da cidadania.
    2 – Autosustentabilidade (começar a pensar em termos de sobrevivência, cultivar os seus próprios alimentos por exemplo, criar ovos); defesa pessoal e do património
    3 – Sinergia: cultivar relações sociais com toda a gente sem obstáculos ideológicos e divulgar direitos sociais.

    Mas neste momento talvez o mais importante é fazer pesquisa, investigar e não ser ingénuo para pensar que as coisas possam vir a melhorar…não vamos ter mais o cenário de desenvolvimento que tivemos.
    Acordem e reparem que Portugal e o Ocidente tem uma catástrofe à porta.
    É tempo de agir.