A China aperta o cerco ao Ocidente

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A China tem um plano de dominação do planeta. a estratégia “One belt, One Road” foi posta em marcha depois do fim da “guerra fria” entre os EUa e a ex-União Soviética. Desde então, os descendentes de Mao Tse Tung tentam manter a teimosia comunista no planeta e enfrentar, pela polarização, a nação mais próspera, democrática e poderosa do mundo, os EUA.

Há décadas que a China vem desenvolvendo um plano gradual de mundialização. O objectivo é garantir aos chineses a propaganda do funcionamento do regime totalitário, assegurando aos internacionais as orgulhosas “glórias” de um comunismo de porcelana e papel de seda.

Mas a China não está só nesta oligarquia: as elites chinesas souberam, desde há décadas, in ltrar governos, organizações e os Media ocidentais, para uma suavização na opinião pública das atrocidades comunistas aos direitos humanos. A China soube ainda in uenciar organizações internacionais, pri- vadas e públicas, para secundarizar e ocultar estas atrocidades. A ONU foi, e é, uma das mais corruptas nesta propaganda.

A globalização planetária não é feita apenas de dominação. É também feita de informação. E ninguém mais se esquece de quando a ilusão comunista chinesa se desmoronou em Tianamen, quando um regime autoritário se viu subitamente derretido, diante de câmaras da televisão, que divulgaram um solitário cidadão chinês a enfrentar os arrogantes tanques do exército vermelho, que se preparavam para neutralizar uma manifestação.

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