Cartilha económica socialista: Repete-se a receita para o desastre

O primeiro-ministro e o seu Presidente da república vivem em estado de graça económica há quatro anos, entre ‘websummits’ e “notícias” de propaganda. Mas no mundo real os indicadores mostram claramente que a indústria portuguesa, sector pouco “chique” mas que realmente produz algo, há um ano inteiro que se encontra numa crise silenciosa. E o endividamento causado pelas políticas de Costa ameaça todos os dias afundar Portugal.

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As auto-estradas estão cheias de Mercedes importados, os retalhistas todos os dias vendem telemóveis caríssimos e o nosso primeiro-ministro diz que é tudo muito bom, pois o consumo aumenta o PIB. Sempre foi política do PS governar para os números. O que Portugal não faz é produzir o suficiente para pagar essas importações. 

Os países ricos da Europa, entre os quais Portugal claramente não se encontra, percebem aquilo que Costa não percebe: têm que exportar para compensar a sua alta qualidade de vida. Em 2019, a União Europeia já exportou mais 160 mil milhões de euros em bens e serviços do que importou. 

Em comparação, Portugal, infelizmente transformado no pedinte da Europa, gastou este ano 16 mil milhões de euros acima das suas possibilidades, e assumiu que os “serviços”, nomeadamente o turismo, iriam pagar tudo. O Banco de Portugal já anunciou que tal não vai acontecer. 

Portugal, após quase uma década com as contas em ordem em termos de comércio, vai voltar em 2019 aos erros do passado, visto que os técnicos avisam que, devido a um enorme aumento das importações, a balança comercial regressará ao vermelho.

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