Poética da Nova Águia (V)

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No décimo oitavo número (2º semestre de 2016), que homenageou Ariano Suassuna, a par de Vergílio Ferreira, nos 100 anos do seu nascimento, e Delfim Santos, nos 50 anos da sua morte, destacamos, desde logo, os poemas expressamente dedicados a Ariano Suassuna, de Jesus Carlos (p. 7), e a Vergílio Ferreira, de Maria Luísa Francisco (p. 7), bem como ainda alguns excertos da obra do poeta português David Mourão-Ferreira, comentados pelo italiano Brunello Natale De Cusatis, no seu ensaio “A Memória, ‘Musa Inspiradora’ na poética de David Mourão-Ferreira” (pp. 125-129).

No décimo nono número (1º semestre de 2017), que teve como temas “Afonso de Albuquerque, 500 anos depois” e “O balanço da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”, destacamos, desde logo, o poema de José Valle de Figueiredo (“Fala de Afonso de Albuquerque ao sair de Malaca”, p. 90), bem como o “Manifesto Lusófono” (p. 91) de outra voz brasileira, a de Cristina Ohana, bem como ainda o poema de Maurícia Teles da Silva (“Luso-ascendente”, p. 264).

No vigésimo número (2º semestre de 2017), que homenageou José Rodrigues, no ano da sua morte, Raul Brandão, nos 150 anos do seu nascimento, e D. Francisco Manuel de Melo, nos 350 anos do seu nascimento, destacamos, para além de uma série de poemas expressamente dedicados a José Rodrigues, o autor da ilustração de capa do primeiro número da Revista Nova Águia – de Albano Martins, de José Acácio Castro, de António José Queiroz, de J. Alberto de Oliveira, de Emerenciano, de Ruben Marks, de Rosa Alice Branco e de nós próprios (“Pessoas como o José Rodrigues”, p. 6) –, dois outros poemas de expressa homenagem a duas figuras dos dois extremos (ocidental e oriental) da Europa: Portugal e Rússia. Falamos do poema-carta de José Valle de Figueiredo (“Carta ao Alberto Corrêa de Barros na hora da partida”, p. 151), bem como do poema de Jesus Carlos (“Aleksandr Solzhenitsyn”, p. 135).

No vigésimo primeiro número (1º semestre de 2018), que homenageou Fidelino de Figueiredo, 50 anos depois da sua morte, a par de Raul Brandão e António Nobre, nos 150 anos do nascimento de ambos, destacamos, desde logo, os poemas expressamente dedicados a António Nobre, de Manoel Tavares Rodrigues-Leal (“Três poemas a António Nobre”, p. 89), e a Raul Brandão, de Maria Luísa Francisco (“Teia poética”, p. 234), para além de outro poema de uma voz cabo-verdiana, a de José Luís Hopffer C. Almada (“Vazada na rua”, p. 235).

No vigésimo segundo número (2º semestre de 2018), em que se homenageou Dalila Pereira da Costa, pelos seus 100 anos, a par de Francisco de Holanda, nos 500 do seu nascimento, destacamos os dois poemas (em prosa) de Jesus Carlos – “Dom Sebastião, o que não descansa” (p. 215) e “Ibn qasi, toda a vida na morte” (p. 215), bem como uma série de poemas de Maria José Leal expressamente dedicados a Dalila Pereira da Costa, insertos no seu texto (“Com Dalila…”, p. 61-66), entretanto reunidos na obra “No regaço de Ataegina: à memória de Dalila”, editada pelo MIL também em 2018. ■ 

Agenda MIL – 19 de Novembro, 18h, na Biblioteca Municipal da Guarda, mais uma sessão de apresentação da NOVA ÁGUIA nº 28.