Porque não, Paulo Portas?

INÊS MONTARGIL
Médica Dentista e membro da Direcção Nacional do CDS-PP

Político, jornalista, orador e, arrisco dizer, um dos homens mais inteligentes que já conheci: Paulo Portas.
Tem aquele olhar sereno e discreto, está sempre onde deve estar no momento certo e exibe um sorriso tranquilo que transmite confiança.
Em 1998, quando assumiu a liderança do CDS-PP, não só reforçou a direita portuguesa como lhe deu uma voz firme. Foi o líder partidário que se manteve no cargo por mais tempo, o que certamente não é por acaso e diz muito sobre a sua capacidade política. Hoje ouvem-se vários nomes como potenciais candidatos à Presidência da República, mas o de Paulo Portas é o que mais me atrai e desperta entusiasmo, pela sua inteligência, visão estratégica e pela forma única como se expressa em público.
Não o admiro apenas pelo seu percurso político, mas também pela maneira como consegue ler os cenários e antecipar soluções, tantas vezes identificando problemas antes de toda a gente, seja no plano nacional ou internacional. Tê-lo como Presidente seria abrir um capítulo excepcional na história do país. Independentemente do nosso quadrante político, facilmente todos concordamos que Paulo Portas traz a postura de um verdadeiro estadista, com discrição, visão aguçada, grande capacidade de trabalho, raciocínio lógico e uma clareza oratória fora do comum.

 

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