Economia

Economia

1 3053
No dia 15 de Junho, finalmente, o português médio começou a ganhar dinheiro para si mesmo: até então, e desde o primeiro dia de Janeiro, tudo o que recebeu foi derretido em impostos. Em Portugal, quase metade dos salários são “nacionalizados” pela classe política em impostos sobre o trabalho. E nestas contas não entram o IVA, o imposto sobre combustíveis, etc, etc. É pagar e não bufar!

1 395
Resolvido o problema do défice, a questão da dívida é determinante para Portugal, numa altura em que esta ultrapassou os 130% do PIB e é um dos factores que têm travado as agências de ‘rating’ na hora de melhorarem a sua apreciação da situação portuguesa.

1 2613
As parangonas nos jornais ‘amiguinhos’ do Governo não se cansam de gritar: “o salário médio em Portugal está a subir! Aumento de 1,6% no primeiro trimestre deste ano face a igual período do ano passado!”. Mas a euforia dura pouco: ao traduzir a “fantástica subida” por miúdos, conclui-se que o salário médio dos portugueses, ao segundo ano da gloriosa governação socialista, subiu um miserável total de 13 euros: o equivalente a um balde de plástico com uma esfregona (sem pedal!) ou a quatro lâminas para fazer a barba.

0 368
Com as eleições autárquicas já em contagem decrescente para 1 de Outubro, o Orçamento do Estado de 2018 tornou-se tema forte. Os comunistas esperam acertar contas na campanha; mas os bloquistas preferem discutir as contas públicas antes da corrida aos votos. O líder socialista ficou entre a espada e a parede.

2 864
Os dados são esmagadoramente maus. Quase dois terços das empresas inquiridas pela consultora Deloitte – no Observatório da Competitividade Fiscal de 2017 – consideram que a política do Governo não favorece a competitividade da economia, apesar de avaliarem como positivas as medidas tomadas em sede de IRS.

0 1921
Já não há dúvidas: o divórcio entre Londres e Bruxelas vai ser azedo. No entanto, enquanto os burocratas europeus e os políticos britânicos trocam farpas e picardias numa novela sem fim, quem tem mais razões para alarme são os portugueses: caso não haja acordo final em 2020, o nosso País pode sofrer um enorme impacto económico.

0 795
O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, o Ministro Mário Centeno e o Secretário de Estado Mourinho Félix andam tristes porque as Agências de Rating não elevam a República portuguesa muito acima de “junk status” (“lixo”).