Os portugueses são pobres e não beneficiam dos ensinamentos, experiência e bons exemplos vindos dos melhores profissionais nacionais e mundiais. Isto porque, em Portugal, o palco na comunicação social e nos cargos da governação vai para os piores. Os lugares técnicos do Estado e o ar mediático nacional estão rarefeitos de profissionais de sucesso, mas muito poluídos por pajens sem qualificação profissional significante, que vivem da nomeação e favores políticos. Em troca, estes serviçais são câmaras de eco do Governo, não questionando nem ambicionando mudar os vícios velhos que nos põem em últimos da Europa. Não há debate democrático, só simulacro. Não há serviço público, só autosserviço dos políticos.
Na organização de eventos, qualquer busca pelos prestadores internacionais de organizações revela profissionais portugueses com resultados de topo mundial para os seus clientes – países e corporações bem-sucedidas – que lhes pagam algumas dezenas de milhares de euros em troca da sua experiência e conhecimentos. Ora, em Portugal, para organizar o aniversário dos 50 anos do 25 de Abril, a quem vamos pagar a fio, durante cinco anos e meio, um valor de mais de três centenas de milhares de euros, valor muito superior ao das escassas dezenas de milhar de euros praticado no mercado de topo? Ainda por cima oferecendo regalias ridículas, caricatas e desnecessárias para atrair profissionais de sucesso ocidentais, como motorista ou secretário pessoal, já só existentes no terceiro mundo?
Para a importante celebração das bodas de ouro do 25 de Abril, vamos pagar um valor muito acima do praticado no mercado internacional qualificado em organização de eventos a um anão profissional na promoção, marketing e planeamento chamado Pedro Adão e Silva. Este usa prosa densa e repleta de advérbios desnecessariamente complicados para convencer os ignorantes de que é bem-falante ou útil e tentar disfarçar que vive de ser, apenas, mais um dos “yes men” do PS. Faz parte do grupo de simplórios sem mundo que, apesar da magnitude da corrupção óbvia à frente das palas que usam, nunca questionaram Sócrates. Andaram uma década a viver à volta da nora da propaganda ao ex-Primeiro-ministro, como fazem agora como actual. São o grupo limitado de “boys” que nos tem arruinado, com inúmeros cargos para os quais são inqualificados, sem visão nem isenção.
Segundo Rui Rio, recebem cargos no Estado como grande pagamento da propaganda servil e canina que fazem ao PS, sem querem saber das consequências para os portugueses. Temos assim que aturar Adão, sem especialização em organização de grandes eventos, a pôr-se ridiculamente em bicos de pés, a delirar surrealmente que a organização de eventos é um serviço “público” que presta à nação, equiparado a “director-geral” e que não deveria ser criticado por não ser qualificado para isso, nem se conhecer nenhum seu antecedente profissional nesta área. Ao que consta nunca organizou nenhum evento de monta, a não ser “blogs” de propaganda irritante e constante a José Sócrates e depois a Costa. Foi dos que ajudou Costa a coordenar a facada nas costas ao honesto e íntegro Seguro.




