Presença de Paulo Ferreira da Cunha na NOVA ÁGUIA (I)

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É já um clássico o dito de que “o médico que apenas sabe medicina, nem medicina sabe”, sendo que esta é uma daquelas asserções que se pode aplicar a todas as áreas, inclusivamente à área jurídica.

O insigne jurista Paulo Ferreira da Cunha é decerto, nos dias de hoje, um dos melhores exemplos da validade dessa asserção. O seu mérito jurídico decorre desde logo de um inequívoco saber consolidado nessa área. Mas decorre também, senão sobretudo, de uma sageza que se estende a muitas outras áreas. Paulo Ferreira da Cunha é, para usarmos uma outra expressão clássica, “um homem com mundo”. 

Uma amostra dessa sageza tem sido a sua colaboração na NOVA ÁGUIA: Revista de Cultura para o século XXI. Os diversos ensaios publicados na nossa Revista são, com efeito, como aqui verificaremos, um excelso exemplo de uma mundividência que, em momento algum, se confina apenas à área jurídica.

Comecemos pelo primeiro deles, “Reflexões sobre a Decadência”, publicado no primeiro número da Revista (1º semestre de 2008), onde podemos ler o seguinte: “Certo é que, apesar dos programas escolares, os jovens chegam às universidades com a mais gritante e escandalosa incultura – e também, desde logo, incultura histórica. A culpa não será só destes ou só daqueles. O problema é que hoje os professores (do mais baixo ao mais alto nível) se sentem pressionados a passar toda a gente, sob pena de terem muitos problemas.”. ■

Agenda MIL – 14 de Maio: