Sociedade

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Por uma razão ou outra, muitos europeus dos nossos dias chegam à cultura popular portuguesa e já não querem sair. Ficam fãs e amigos. Visitam Lisboa e Fornos de Algodres. Aprendem a Língua. Votam em Salvador Sobral no festival da Eurovisão e fazem dele um herói instantâneo. Quase doméstico.

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Um mar de crentes receberá o Papa Francisco nos próximos dias 12 e 13 de Maio, naquela que poderá ser a maior peregrinação de sempre na Cova da Iria. O centenário das aparições de Nossa Senhora será coroado, no Sábado, com a canonização de dois dos videntes: Jacinta e Francisco. Portugal mobiliza-se para receber o Sumo Pontífice e com ele rezar pelo futuro da Humanidade.

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A Europa já não é um continente cultural e etnicamente uno. Independentemente das vontades dos vários políticos, é possível que a Europa venha a tender cada vez mais para uma versão dos Estados Unidos, ou seja, um continente multicultural.

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A aquecer os motores para o 25 de Abril e o 1º de Maio, a ala sindicalista do “povo de esquerda” tem de mostrar serviço e manter a tradição: em Abril repete-se a ameaça de protestos mil.

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No dia 17 de Novembro de 1873 teve início o revolucionário "sistema americano" de transportes em Lisboa, com carruagens vindas da América, puxadas por mulas, que circulavam sobre carris; foi o nascimento da "Carris", que perduraria até aos nossos dias.

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Em 16 de Março de 1974 (completam-se este mês 43 anos), um grupo de oficiais ‘spinolistas’ saiu à rua numa tentativa abortada para derrubar o regime então vigente: foi a chamada “intentona das Caldas”. Ultrapassados pouco depois pela ala esquerdista do Movimento dos Oficiais das Forças Armadas que tomou nas mãos o golpe de Estado, esses oficiais viram frustrada a sua esperança numa solução para o Ultramar que não implicasse a entrega dos territórios de África ao domínio soviético.

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No mês passado, o PS não perdeu tempo a espalhar cartazes com a frase “2,1%: o défice mais baixo da nossa democracia” para propagandear a suposta “boa gestão” socialista do erário público. Só que José Sócrates vangloriou-se exactamente do mesmo em 2008. Nessa altura, os números reais estavam mascarados por medidas temporárias e truques estatísticos, e apenas três anos depois Portugal entrou em bancarrota. Os sinais, hoje, tal como então, são preocupantes.