Nos melhores locais do centro histórico de Lisboa, nos edifícios mais luxuosos ou com as melhores vistas para o Tejo, há muitos portugueses que lá residam? Na primeira linha de água algarvia, de este a oeste, com varanda ou quintal virado para vistas da Ria Formosa, mar Atlântico ou rios Arade, Alvor ou Guadiana, há muitos portugueses que lá residam? Nas localidades mais maravilhosas, bem cuidadas e caras do Algarve, como a Quinta do Lago ou Vale do Lobo, há muitos portugueses que lá residam? Ou, pelo contrário, quem goza e pode pagar do melhor que o nosso país tem para vender são os estrangeiros, aliviados fiscalmente e não (des)governados por socialistas incompetentes (ou os camaradas de esquerda deles, bloquistas sedentos do suor do nosso trabalho) como nós somos? Porque é que os portugueses são uns tesos tão explorados em impostos, que não conseguem comprar nada de qualidade, nem sequer no seu próprio país? Porque é que chegámos a este ponto de ser um povo tão pobre, com o nosso dinheiro todo a ir para o Estado, em que, tal como em muitos locais fora da Europa, os nativos são miseráveis a viver nos piores locais enquanto os turistas compram tudo do melhor nesses países em desenvolvimento? Porque é que mesmo estando na Europa ocidental e tendo sido uma potência colonial somos agora como uma ex-colónia dos outros europeus, onde o povo nativo vive miseravelmente e nos piores locais, mais afastados da água e do centro? Como chegámos a este ponto humilhante na nossa história em pleno século XXI? Quem são os culpados desta vil miséria lusitana?
Este artigo é a criticar e culpar os socialistas, bloquistas e demais esquerdistas comunistas lusitanos pela nossa própria miséria devido à extracção e exploração fiscal que fazem contra a população portuguesa. Não visamos criticar os muitos amigos estrangeiros que temos. Estes fazem muito bem e estão de parabéns por viver nos melhores locais do nosso país, ainda bem que os podem pagar e trazer dinheiro para Portugal. Isto porque no país deles, enquanto lá trabalham e acumulam património, não há PS com ministros vindos da Juventude Socialista e da sociologia, nem fãs de comunistas trotskistas vindos do Bloco de Esquerda a confiscarem-lhes todo o rendimento para proveito próprio.
Por exemplo, nos países deles não existe o imposto Mortágua. Se um português ousar sonhar ter boa casa, bem localizada, em Portugal vem o PS e o BE e assaltam-no com ainda mais carga fiscal que a já anormal taxa geral do IMI. Em breve não vai haver nenhum português nas melhores zonas de Portugal, nem sequer os mais esforçados e de maior sucesso após uma vida de trabalho, pois a Mortágua não deixa. Esse português sonhador, mais tarde ou mais cedo, vai ter de vender a casa por não poder pagar os impostos absurdos que os nossos políticos esquerdistas impõem aos nativos.
O imposto desta política do BE mancomunada com o PS contra os portugueses visa punir ainda mais qualquer português que queira subir na vida através de sucesso no trabalho. O que Mortágua e os amigos no PS querem é ver os portugueses todos pobres e esmifrados pelo Estado, sem excepção. Assim que qualquer português acumular mais um bocadinho de património que o normal, o Estado vai atrás dele, confisca-lhe uma sobretaxa sobre o já de si elevadíssimo IMI e puxa-os para baixo, para a média miserável nacional, muito abaixo da europeia. Curiosamente, no PS/BE isentam-se desavergonhadamente a eles próprios de IMI sobre o património de altíssimo valor destes partidos. Para esta corja política, impostos decretados por eles são bons só para cima dos outros.
Mortágua devia ter vergonha em ser uma inimiga dos portugueses que contribuem para a sociedade. Com predadoras políticas destas, destruidoras do património dos outros, os portugueses viram as costas a tal tresloucada fiscal. Em vez de estarem para serem roubados, emigram para bem longe de tais alucinadas fiscais, que só pensam em confiscar para o país empobrecer. Assim, toda a população fica mais pobre. Só querem fazer pobres, não permitindo à sociedade enriquecer. Mais de 80 mil contribuintes tiveram de pagar o imposto Mortágua, uma sobretaxa sobre a já de si elevadíssima taxa do IMI, muito mais alta do que no resto da Europa, logo a partir dos valores mais baixos das casas. Isto por terem casa de elevado valor patrimonial, segundo a Mortágua e os amigos do PS. Curiosamente, nunca vimos a “justiceira social” a exigir ao PS que pague uma sobretaxa e um imposto Mortágua sobre o palácio que tem no Largo do Rato. A cobarde, impostos a mais só quer para cima de dezenas de milhares de portugueses indefesos e cidadãos anónimos, esses é que ela gosta de atacar, mas aos amigos socialistas no poder, nem pensar. Este cinismo e hipocrisia do bloco é por demais evidente. Nunca a vimos também lutar por eliminar o IMI e o IMT para a maioria dos portugueses
Assim, só nos países sem parasitas esquerdistas é que os cidadãos conseguem prosperar e poupar dinheiro para comprar casa, não só nos melhores locais dos seus próprios países ricos, mas também nos melhores locais empobrecidos pelo socialismo confiscatório dos rendimentos do povo. Não defendemos o que os cúmplices do PS e igualmente inimigos da população portuguesa, o BE, querem: preços controlados em Lisboa. Sabemos bem que se os preços fossem controlados, não por mercado livre, como bem são, mas por políticos esquerdistas lusitanos, então, como sempre os seus camaradas fizeram por todo o mundo, ficariam eles próprios com as melhores casas do centro de Lisboa e, no Algarve, da primeira linha depois da água. Os “boys” ministros vindos da Juventude Socialista mais as “girls” bloquistas viveriam ainda mais felizes e privilegiados no luxo barato para eles, com largas vistas para o mar e para os rios. Isto em nome de uma suposta justiça social que estão sempre invocar para beneficiar pessoalmente e aumentar e controlar os nossos impostos e vidas sempre que podem e cada vez mais desavergonhadamente. É-lhes muito fácil fingir que são solidários e boas pessoas usando o nosso dinheiro para os seus pequenos favores a muito poucos pobrezinhos e enormíssimos favores aos seus amigos. No entanto, e isto é o mais preocupante, os maiores culpados nem sequer são os políticos esquerdistas. Os maiores culpados da pobreza portuguesa são os portugueses curtos de vista, que acreditam nesta conversa de chacha da esquerda de justiça social, que invoca o social principalmente para usufruto deles e dos amigos. Acreditamos na responsabilidade própria de um país masoquista que continua a dar maiorias absolutas a incapazes, que nos querem confiscar tudo em impostos para disfarçar a incompetência.
Temos pena de ver Portugal sem políticos e governantes competentes que criem riqueza, mas apenas cheio de políticos destruidores de riqueza, gananciosos e sedentos pelo suor do esforço de trabalho dos portugueses, sempre a subirem impostos e inventarem sobretaxas por cima de sobretaxas, dupla tributação e expulsão dos portugueses das melhores zonas de Portugal ou do próprio país.■




