A arte socialista de arruinar um país

Em apenas dezanove meses, a esquerda arruinou um País que em 24 de Abril de 1974 era próspero, que tinha um dos maiores crescimentos a nível mundial, que tinha pleno emprego e cujo Investimento Público, previsto no Plano de Fomento, contemplava obras como o Complexo de Sines, a Barragem do Alqueva e o Aeroporto de Rio Frio, ficando quase tudo na gaveta até hoje.

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Mesmo tentando esconder a realidade, a verdade é que o Partido Socialista, não só privilegiou sempre as relações com os comunistas, como é o grande responsável pela deplorável situação económica de Portugal. 

O “casamento” entre socialistas e comunistas começou em 1973, com a assinatura do célebre acordo visando a entrega do Ultramar à esfera soviética, isto é, aos comunistas representados pelo MPLA (Angola), FRELIMO (Moçambique) e PAIGC (Guiné), que cumpriram escrupulosamente com os resultados catastróficos que se conhecem, e que prosseguiu após o 25 de Abril, até ao designado “Caso República”.

É bom não esquecer que os socialistas fizeram parte de todos os Governos pós-revolução, assim como os comunistas, e mesmo depois do 25 de Novembro Mário Soares sublinhou ser fundamental a continuidade do PCP no Governo. 

Convém também não esquecer que o PS apoiou todas as medidas marxistas-leninistas levadas a cabo depois do 25 de Abril, nomeadamente as nacionalizações, ocupações, reforma agrária, prisões arbitrárias, saneamentos selvagens e toda a casta de atropelos que ocorreram entre Abril de 1974 e Novembro de 1975. Igualmente o PS esteve ao lado do PCP e restantes Partidos de extrema-esquerda nas barricadas do 28 de Setembro e nas medidas adoptadas aquando do 11 de Março.

O desnorte que se viveu durante o período referido – Abril 74 / Novembro 75 – obviamente que teve consequências financeiras e sociais que se prolongam até aos nossos dias, que nunca deixaram de se agravar.

O desnorte financeiro ocorrido entre Abril de 1974 e Novembro de 1975, de que referirei apenas alguns dados demonstrativos, provocaram tal descalabro que, reforçados por constantes políticas futuras de pouca visão e de pouco sentido de Estado, se foram agravando, ano após ano, levando-nos à situação catastrófica actual.

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