Dois milhões de otários fáceis de enganar

É uma imbecilidade votar PS. Há décadas que isso dá garantidamente pobreza, dívida, estagnação, emigração, serviços públicos deficientes, ajudas europeias desperdiçadas e os últimos lugares económicos da Europa. Cada vez que há uma crise internacional, como agora com a inflação alta, o Banco Central Europeu não faz outra coisa senão emitir obrigações e dívida especial para países europeus com necessidade especial, como Portugal, porque desgovernados por gente despesista anormal. 

Claramente, e sobre qualquer medida objectiva de desempenho, os nossos primeiro-ministros e ministros socialistas são muito fracos nos resultados, mas grandes foliões na festa socrática. Adoram espatifar o dinheiro todo dos nossos impostos e ajudas da Europa no BES, TAP, PT, SIRESP, LENA e demais negócios dos amigos que os promovem e mandam mentir na televisão que o PS é óptimo.  

Como se enganam 2,3 milhões de cidadãos a votarem repetidamente PS? Desde Sócrates a darem maiorias absolutas ao mesmo grupo de indivíduos inábeis e esbanjadores? Como é possível entregar de bandeja o poder num país europeu ocidental no século XXI a um grupo tão medíocre profissionalmente e sem mundo nem sofisticação, como o de Costa e dos seus ministros “formados” na Juventude Socialista ou nos cursos mais fáceis, os de sociologia, sem matemática nem ciência? Como é que não exigimos resultados nem retornos no investimento dos nossos impostos “geridos” por tais “boys” socialistas, que não conseguiriam no mundo mais emprego nenhum senão serem nomeados pelos camaradas para o Governo com os piores resultados da Europa, Justiça mais lenta e função pública mais caótica? 

Os portugueses inteligentes, do centro e da direita, do PSD, IL, Chega e CDS, têm de denunciar como falsa – e desprezar activamente – a informação da nossa imprensa, TV e rádio esquerdistas, subornadas pelo actual PS. Há demasiado tempo que essa comunicação social faz muito mal a Portugal, porque engana 2,3 milhões de portugueses eleitores incautos do PS que caem em mentiras, logo votam PS. Tal comunicação social socialista pertence aos falsos empresários subsídio-dependentes, que recebem milhões sem fim da Europa e dos nossos impostos através do PS. Isto para, em troca, elogiarem, sem pudor, a “competência” dos nossos ministros incapazes vindos da Juventude Socialista. Isto apesar da total ausência de resultados de tal governação. Tais empresários propagandistas do PS deviam ter vergonha de tirarem tanto ao país e não darem nada em troca, senão contribuírem há décadas para a perpetuação do socialismo e terceiro-mundismo de estagnação económica, quase comunista. O modelo da gestão “jota” socialista é basea-
do em altíssimos impostos (excepto para os amigos nos negócios onde há perdões fiscais e ajudas europeias) e salários todos nivelados por baixo. 

Nas rádios e TVs dos amigos do PS ouvimos comentadores de meia idade com elogios aos ministros inábeis, “jotas” do PS, que mais parecem panfletos de amor juvenil imbecil escritos num vão de escada de escola secundária. A TSF, por exemplo, que já foi uma rádio credível, tornou-se numa anedota de liceu de tanto amor exaltado e cheio de acne que demonstra por um certo ministro do PS vindo da “jota” e que faz voar o nosso dinheiro na TAP. Tais governantes só sabem espatifar milhares de milhões de euros sem nada em retorno, mas para os “jornalistas” que vivem de os bajular e amar, são perfeitos. É patético e deprimente ver gente a arrastar-se para elogiar o PS. Aqueles que promovem o PS para benefício pessoal não demonstram amor pela pátria, nem pela sorte dos seus concidadãos, só pelo umbigo. Lamentamo-nos especialmente que os donos desses órgãos de comunicação social não ambicionem melhor para Portugal que uma governação de pantanal socialista terceiro-mundista, a misturar negócios com política, que não promove a excelência, nem a concorrência. Um país governado pelos seus piores, que ainda por cima não são questionados na imprensa, não tem qualquer capacidade de competição internacional. 

Os resultados estão à vista de todos. Estamos em últimos da Europa e somos os mais pobres e endividados da Europa toda. A nossa economia é frágil. Os nossos baixos salários são penosos comparados com os outros países ocidentais. A nossa carga fiscal altíssima e nem sequer Saúde em condições nos garante. Metade da população tem que fazer seguros privados para poder ser facilmente vista por um médico. Os outros povos europeus, apesar de pagarem menos impostos para valores salariais idênticos, têm médicos e auto-estradas de graça. Nós pagamos tudo a dobrar do próprio bolso, pois os nossos impostos não servem para quase nada. São esbanjados. 

Somos desgovernados por “jotas” e sociólogos do PS sem qualquer mundo nem profissão, quanto mais capacidade de execução, demonstração de resultados ou produzirem qualquer retorno significativo no nosso investimento em impostos. Numa multinacional de sucesso, que não vivesse do Estado, os nossos ministros socialistas eram logo despedidos ao segundo dia porque nunca apresentam lucro, só pre-
juízo infindável. Os nossos ministros só são qualificados para colocar cartazes e jantar nas sedes do Partido Socialista ou fazerem dissertações sociólogas inúteis. Triunfam dando empregos no Estado a gente ainda mais inábil que eles. Há décadas que afundam a nossa economia, destroem a nossa saúde o ano inteiro; no Verão deixam arder tudo. 

No entanto, a imprensa subornada pelo PS mente despudoradamente que tais socialistas são os maiores da cantareira. Qualquer contraditório ou opinião da sociedade civil inteligente é censurada, pois nas TVs dos negócios misturados com política e dinheiro do Estado só são permitidos políticos do PS ou comentadores favoráveis ao PS a elogiarem-se todos uns aos outros. Senão não há dinheiro da Europa e dos nossos impostos para os amigos do PS, a quem o partido envia dinheiro para comprarem jornais e TVs. Coçam-se todos as costas uns aos outros, numa promiscuidade nepotista que faz desaparecer fundos europeus que deviam servir para desenvolver Portugal e fazer prosperar as vidas dos portugueses. 

2,3 milhões de portugueses otários, apesar da carteira vazia e de verem os impostos e preços de tudo a aumentar, não vêem o óbvio nem os motivos da palha que comem na TVs. Acreditam e votam como carneiros bem amestrados pela propaganda. Dão maioria absolutas sucessivas ao PS. Deram a Sócrates e deram a Costa. Se não fizermos nada, ainda hão-de dar maioria ao sucessor deles, o Pedro Nuno. 

Em conclusão, mais de dois milhões de eleitores socialistas preferem a mediocridade do PS e os políticos do costume que aparecem nas TVs. Somos literalmente governados pela nossa ralé em vez de pela nossa elite. Estamos tão atrasados enquanto país que somos a contradição do que já Sócrates – o grego clássico original, não o português indiciado por corrupção – dizia há mais de dois mil anos na Grécia clássica: os líderes devem ser os melhores, filósofos, reis com alma de ouro em termos éticos e de capacidades técnicas e liderança para atingir o topo. Infelizmente, enquanto isso pode acontecer na Singapura ou na Finlândia com resultados e prosperidade à vista para todos, em Portugal estamos longe disso.

Os nossos empresários donos da comunicação social deviam ter um rebate de consciência, uma centelha de patriotismo. Exigir mais e melhor dos seus jornalistas que bajular o PS e perpetuar a mediocridade no poder e resultados. Enganar idosos iletrados, a maioria da população que vota PS, não é bonito. ■

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