Fim de Festa

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Não é preciso ser técnica do FMI ou economista do Banco de Portugal para prever o fatal e inevitável acerto de contas a que teremos de submeter-nos muito em breve.

  • Acerto de contas com a dívida crescente.
  • Acerto de contas com os credores.
  • Acerto de contas com a despesa galopante.
  • Acerto de contas com os fornecedores.
  • Acerto de contas com um Estado pesado e obsoleto, que alguns querem agora engordar ainda mais com ração soviética.
  • Acerto de contas com uma iniciativa privada e com um empresariado que vimos maltratando. Acerto de contas com a verdade, da qual andamos tão arredados.

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O ano de 2015 trouxe-nos uma alteração radical das regras de funcionamento da política e inaugurou uma época na vida deste regime.
Ferido de morte nas legislativas, o malabar António Costa inventou um novo ardil com que, enganando os eleitores, logrou sobreviver.
Por esse ardil, o poder foi entregue, não ao vencedor de eleições limpas, que se apresentara ao escrutínio com propósitos transparentes, mas sim àquele que, tendo sido derrotado, conseguiu apresentar mais parceiros de ocasião.

ano de 2015 trouxe-nos uma alteração radical das regras de funcionamento da política e inaugurou uma época na vida deste regime.
Ferido de morte nas legislativas, o malabar António Costa inventou um novo ardil com que, enganando os eleitores, logrou sobreviver.
Por esse ardil, o poder foi entregue, não ao vencedor de eleições limpas, que se apresentara ao escrutínio com propósitos transparentes, mas sim àquele que, tendo sido derrotado, conseguiu apresentar mais parceiros de ocasião.

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