Sem dúvida, uma vergonha!

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Vergonha! Esta é a palavra correcta para descrever o que se passa em Portugal e exemplificativa do Governo que temos. E os exemplos demonstrativos, infelizmente, são muitos. Vejamos apenas alguns.

VERGONHA, desde logo, a postura do Presidente da Assembleia da República, figura número dois da hierarquia nacional, intolerante, autoritário, prepotente, raiando tiques ditatoriais, aliás condizentes com o marxismo que está na génese do Partido Socialista e com a ideologia dos novos (antigos, no caso do PCP, aliados já desde 1973) parceiros de extrema-esquerda, querendo proibir o uso de vocabulário no Parlamento, incómodo para a “geringonça”, mas verdadeiro na sua essência.

VERGONHA com o que se passa na saúde. Na última semana, dois bebés faleceram devido ao caos instalado no SNS, falido devido à política de cativações do PS e aos cortes impostos pela troika chamada pelo Partido Socialista em virtude de ter levado o país à bancarrota. Sucedem-se os casos, de adiamentos de cirurgias inadiáveis à marcação de exames urgentes com prazos de meses (será que conhecem o significado da palavra “urgente”?), ruptura total e absoluta nas “Urgências” dos Hospitais, falta de pessoal, de medicamentos, de material, encerramento de serviços, etc. Mas para António Costa e para a Ministra da Saúde tudo está controlado e tudo vai melhorar… O paleio habitual das hostes socialistas que mais não fazem senão vender banha da cobra.

VERGONHA no que diz respeito à resposta do Governo face ao aumento de agressões de que têm sido vítimas médicos e enfermeiros nos últimos tempos, muito por culpa da impunidade reinante, do desnorte governamental e cobardia em tomar medidas eficazes para pôr cobro a este flagelo. A imbecilidade chegou ao cúmulo de o Ministro da Administração interna sugerir que os profissionais da saúde frequentassem cursos de defesa, ao invés de, imediatamente, apresentar e anunciar Leis para combater esta violência, como, por exemplo, proibir aos infractores o acesso a instalações públicas sem acompanhamento policial e sem poderem ir acompanhados por “familiares” (apenas acompanhados de uma pessoa).

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