Um Governo desgovernado e uns aliados infames

À medida que o tempo vai passando e se aproxima o ciclo eleitoral de 2019, a desfaçatez com que o Governo apregoa as suas façanhas, trágicas para o país real, fantásticaspara o país virtual onde vive a “geringonça”, raia o inqualificável.

Os escândalos no meio socialista, e agora também naquilo que legitimamente se pode chamar a “família socialista”, sem conexões alargadas às hostes do PS, que diariamente surgem e vêm a público, cuidadosamente abafadas pelos Media demasiadamente comprometidos com o sistema – salvo honrosas e raras excepções – causam perplexidade, mas sobretudo preocupação.

Uma Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, que se recusa a responder a uma pergunta formulada por um Deputado do PSD sobre o desastre ambiental ocorrido na Ilha Deserta, em Tavira, afirmando (sic) “não vou responder a essa pergunta, porque não me apetece”. Não lhe apetece? Mas esta gente julga que ser Ministro ou Ministra lhe dá o direito de “apetecer”? O único direito que lhe assiste é SERVIR o País com dignidade, honra e respeito.

Um Primeiro-Ministro que não consegue responder directamente a uma pergunta sobre um tema preciso quando se trata de momentos de crise ou situações mais adversas para o Governo…

Um Ministro das Finanças que, contrariando todos aqueles que de forma isenta alertam para o perigo das medidas demagógicas aprovadas face à realidade nacional e à realidade internacional, continua a afirmar de sorriso nos lábios que Portugal é “um mar de rosas”…

• Leia este artigo na íntegra na edição em papel desta semana já nas bancas

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