PSD de Rio com tiques marxistas

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Retrocesso: o líder social-democrata está a dificultar o mais possível o voto secreto dentro do partido, o que faz recear pela liberdade de expressão no PSD.

Durante anos a fio, e bem, os partidos acusavam o Partido Comunista de violar regras básicas da Democracia ao aplicar o sistema de braço no ar nas votações internas, sobretudo quando estas se destinavam a eleger pessoas. A celeuma foi tanta que o próprio Tribunal Constitucional veio a debruçar-se sobre o assunto e a produzir um acórdão que limitou essa prática no PCP.

Agora é o PSD de Rui Rio que, com estranhos tiques marxistas, vem alterar o regulamento interno para permitir que pessoas sejam votadas de braço no ar. As listas de deputados às legislativas vão ser o primeiro embate.

Rio tentou defender a medida. O líder do PSD explicou, no Twitter, que “as novas regras de votação de braço no ar no Conselho Nacional do partido – órgão máximo entre congressos – não impedem o voto secreto. Porém, deixou de ser possível requerer o voto secreto apenas por 10% dos conselheiros. Agora terá de haver uma maioria absoluta (50% mais 1) para o fazer”.

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