Vai sendo tudo feito aos safanões, ao sabor do vento, a tapar buracos…

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A situação de crise mundial não permite meias tintas e muito menos o chamado politicamente correcto. Este Governo socialista demonstrou clara e inequivocamente ser um grupo de amigalhaços sem qualquer qualificação para os cargos que ocupam nem com capacidade para nomear responsáveis por pelouros fundamentais ao país. Em suma, não se trata de um Governo mas de um Desgoverno, de um grupo de amigalhaços que se protege entre si. 

Já aqui assinalei e enumerei num anterior artigo alguns exemplos da imbecilidade de vários Ministros, os quais, pelos vistos, continuaram e continuam a gozar do incondicional apoio do Primeiro-Ministro António Costa. 

Cingindo-nos apenas à saúde e aos seus responsáveis – Ministra e DGS – pois este é o tema do momento, questionamo-nos como é possível que ninguém tenha sido destituído do cargo perante tudo o que se passou até ao momento. Só a conivência partidária, o “tacho” e a falta de vergonha o justificam. 

Uma Ministra que, além de não saber falar, só diz asneiras, algumas delas ofensivas para a população e para os profissionais da saúde, uma Directora da DGS que cada vez que abre a boca, ou entra mosca, ou sai asneira (e da grossa) só têm um caminho: destituição.

Frases como “O corona vírus não vai chegar a Portugal”, “Não entrem em pânico até nós dizermos”, “Recorram às hortas do vizinho”, “O corona vírus até vai ser bom para Portugal”, “Não há razão para alarme”, afirmações de que “Estamos preparados” para uma semana depois se afirmar “Não houve tempo para formação” são apenas alguns dos exemplos da imbecilidade e incompetência do Executivo socialista.

Perante a catástrofe chinesa – de que só saberemos uma parte – e da calamidade italiana, infelizmente servindo de exemplo para os demais países, o que fez e que medidas tomou o Governo do PS, liderado por António Costa, que chamou a si a gestão do processo? Nada, a não ser dizer asneiras; e quando fez alguma coisa, fez mal. Vai sendo tudo feito em fases, aos safanões, ao sabor do vento, de modo a tapar buracos, sem qualquer estratégia ou objectivo concreto e de futuro, sobretudo sem antecipar nem minimizar estragos

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