Malhoa_-_camõesFloresça, fale, cante, ouça-se, e viva
A Portuguesa língua, e já onde for
Senhora vá de si soberba, e altiva.
Se ’té’qui esteve baixa, e sem louvor,
Culpa é dos que a mal exercitaram:
Esquecimento nosso, e desamor.

António Ferreira (século XVI)

Haverá algum português que não entenda um galego ou algum galego que não nos perceba na conversação comum? Dificilmente, pois as nossas duas Línguas são irmãs-gémeas.

Algo as distingue, porém, no contexto linguístico mundial: enquanto o Galego permaneceu durante séculos “fechado” como Língua oral de uso particular, sem direito a entrada na esfera cartorial, o Português tornou-se independente e oficial, evoluiu mais radicalmente e acabou por ser disseminado por todos os Continentes ao acompanhar a Expansão.

Não admira que, hoje, os galegos desejem associar-se às vantagens de uma Língua franca que eles compreendem como se fosse sua e que é falada e escrita em todo o Mundo por 250 milhões de pessoas: o sexto idioma mais usado no planeta, o quinto mais corrente na Internet e o terceiro no ‘ranking’ idiomático das redes sociais Facebook e Twitter.

Foi com este quadro histórico em mente que o parlamento da Galiza aprovou em Abril passado, por unanimidade, um diploma legal que protege a introdução progressiva da Língua Portuguesa em todos os níveis de ensino oficial naquela Comunidade Autónoma espanhola.

A Lei para o Aproveitamento da Língua Portuguesa e Vínculos com a Lusofonia (é este o seu título) já está em vigor e permitirá melhorar o ensino do Português na Galiza. No presente ano lectivo, mais de 2.500 jovens galegos aprendem a nossa Língua em escolas primárias e secundárias, na rede de ensino oficial de idiomas e nas Universidades de Vigo, Santiago de Compostela e A Coruña.

O diploma legal sublinha que “o Português, nascido na velha Gallæcia, é idioma de trabalho de vinte organizações internacionais, incluída a União Europeia, assim como língua oficial de nove países e do território de Macau, na China.

Entre eles figuram potências económicas como o Brasil e outras economias emergentes. É a língua mais falada no Hemisfério Sul”.

Sendo a Língua própria da Galiza inter-compreensível com o Português, e oferendo por isso “uma valiosa vantagem competitiva em muitas vertentes, nomeadamente na cultural, mas também na económica”, o parlamento galego decidiu “fomentar o ensino e a aprendizagem do Português com o objectivo, entre outros, de que empresas e instituições aproveitem a nossa vantagem linguística, um valor que evidencia a importância mundial do idioma oficial dum país vizinho, tendo em conta também o crescente papel de blocos como a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”.

writing pencil bigHá muito que na Comunidade Autónoma da Galiza se ouvem vozes em defesa do Português e do seu ensino regular nas escolas oficiais.

A grande novidade deste novo diploma reside na oficialização dessa velha aspiração como “objectivo estratégico do governo galego”.

Diz o diploma: “Os poderes públicos galegos promoverão o conhecimento da Língua Portuguesa e das culturas lusófonas para aprofundar os vínculos históricos que unem a Galiza com os países e comunidades de Língua Portuguesa, e pelo carácter estratégico que as relações económicas e sociais têm para a Galiza, no quadro da Eurorregião Galiza-Norte de Portugal”.

A Lei prevê ainda o intercâmbio entre cadeias de televisão galegas e portuguesas.

O interesse da Comunidade da Galiza pela nossa Língua (mesmo que numa vincada óptica economicista, capaz de entristecer os puristas) parece infinitamente mais empenhado do que aquele que a burocracia portuguesa dedica ao assunto.

É meritório o trabalho do Instituto Camões, do Observatório de Língua Portuguesa, do Instituto Internacional da Língua Portuguesa e de várias outras instituições que trabalham pela difusão do Português, ainda que acorrentadas às grilhetas do absurdo Acordo Ortográfico.

Mas a dieta minguada que o Orçamento concede ao ensino e propagação da Língua e da Cultura é ridícula, quando comparada com as reais necessidades de uma política conjugada de “investimento” (passe a palavra) na difusão da nossa Identidade.

Em 2007, quando as vacas ainda estavam gordas e o dinheiro corria como leite e mel, o orçamento anual do Ministério da Educação para a difusão da Cultura e para o ensino do Português no estrangeiro não alcançava sequer os 40 milhões de euros – uma quantia insignificante se posta em confronto com os muitos milhares de milhões desbaratados anualmente em decisões estatais ruinosas.

E se a verba não chegava a 40 milhões em 2007, é apenas possível imaginar a que se reduzirá hoje, após sete anos de cortes médios de 10 por cento ao ano no orçamento da Educação…

Não admira que Joseph Ghanime, dirigente da Associação de Docentes de Português na Galiza, tenha lamentado há dias a falta de “medidas concretas” e de “algum interesse” de Portugal com vista a uma promoção “mais ambiciosa” do Português no sistema educativo galego.

A Galiza dá-nos assim uma bela lição, até porque não é principiante no ensino do Português. Os últimos dados disponíveis apontam para mais de 2.500 estudantes galegos matriculados em aulas oficiais de Língua Portuguesa, entre o ensino primário e o universitário, passando pelas escolas oficiais de línguas.

Essas aulas são ministradas por cerca de 90 professores, agrupados na Associação de Docentes de Português na Galiza (ADPG), que pugna por uma melhor organização da sua actividade.

Até agora, a constituição de turmas de Português no ensino secundário galego tem sido feita na base do voluntariado, não existindo um corpo permanente de docentes da Língua, ao contrário do que sucede, por exemplo, com o Inglês ou o Francês.

É esta escassa especialização que a ADPG deseja superar, propondo que o governo autonómico crie um quadro expresso de professores de Português que só a esta Língua se dediquem.

Curiosamente, apesar da proximidade geográfica e das afinidades históricas e culturais, a Galiza não é a Comunidade Autónoma do Reino de Espanha com mais alunos de Português. Enquanto a Galiza conta 2.500 alunos numa população de 2,3 milhões, a Extremadura (apenas com um milhão de habitantes) tem 20 mil alunos a aprender o Português em 140 centros do ensino oficial, enquanto o canal público extremenho de televisão emite o programa “Falamos Português”, em colaboração com o Instituto Camões.

Este aparente paradoxo explica-se facilmente: embora o interesse pela Língua Portuguesa seja mais intenso na Galiza, muitos galegos têm a convicção de que as nossas duas Línguas são tão semelhantes que não é preciso ter aulas – um equívoco que ignora o facto de o ensino de uma Língua implicar uma envolvência cultural e social que tem de ser aprofundada.

Esta consciência da necessidade de aprofundamento dos conhecimentos linguísticos e culturais é muito mais corrente no meio universitário, como está demonstrado pela existência de vários cursos de Filologia Portuguesa e Estudos Portugueses nas Universidades de A Coruña, Vigo e Santiago. 

[td_text_with_title custom_title=”Um pouco de História”]

Frontispício da primeira edição da Grammatica da Língua Portuguesa de João de Barros, 1540Durante a dominação romana da Península, a Província da Galécia incluía as regiões bracarense (Braga), lucense (Lugo) e asturiense (Astorga). A partir do ano 212, a sua capital foi Braga, a nobre e erudita Bracara Augusta, que estendia a sua jurisdição do Rio Douro ao Mar Cantábrico.

Reorganizada sob Fernando Magno após o colapso do Império, toda esta região manteve características próprias. Foi só no século XI que o Rei Alfonso VI, avô de D. Afonso Henriques, juntou a Galiza, Portugal e as Astúrias aos territórios de Castela e Leão, na tentativa de formar uma grande unidade peninsular.

Mas ao pedir auxílio aos barões franceses na sua guerra contra os mouros, Alfonso abriu as portas a uma nova subdivisão do território que unificara, pois foram os descendentes desses barões borgonheses que estiveram na origem das lutas pela re-autonomização do Noroeste da Península Ibérica.

Os primos Raimundo e Henrique da Borgonha vieram a casar-se com duas filhas de Alfonso VI, Urraca e Teresa, a quem o monarca ofereceu a Galiza e o Condado Portucalense, respectivamente. Afonso Henriques, filho de Teresa e Henrique, acabou por questionar o vínculo e lutou em 1128, em São Mamede (Guimarães), contra o domínio de Leão e Castela representado por sua mãe.

O facto de, em São Mamede, a Galiza ter apoiado Teresa contra Afonso Henriques deveu-se à enorme influência exercida pelos bispos na sociedade desse tempo. A rivalidade entre os prelados de Braga e Santiago de Compostela levou à formação de dois “partidos”, tendo os seguidores do arcebispo bracarense Paio Mendes apoiado o “partido” da independência e os seguidores do prelado galego Diego Gelmirez o “partido” de Leão e Castela.

De todo o modo, bispos à parte, a origem comum na Gallæcia Magna manteve a Galiza e Portugal em grande proximidade social e cultural, sobretudo depois de Afonso Henriques ter visto confirmada a autonomia portuguesa em 1143 e de os próprios galegos terem iniciado tentativas de se libertarem, eles próprios, do domínio do Rei de Castela e Leão.

O facto de a Galiza nunca ter conseguido obter essa autonomia fez com que a língua galaica não tivesse estatuto de língua escrita durante muitos séculos, condicionando a sua evolução. Pelo contrário, Portugal, Estado-Nação com um percurso próprio, viu a sua língua evoluir até um estatuto clássico. No dizer de Alexandre Herculano, “o Português não é senão o dialecto galego, civilizado e aperfeiçoado”. [/td_text_with_title]

[td_text_with_title custom_title=”Um pouco de Linguística”]

dicionario-de-lingua-portuguesa-online-3Tanto o Português como o Galego resultam de evoluções diferentes a partir de um mesmo idioma comum. Esse idioma original, resultante de uma evolução própria do Latim Vulgar, foi usado na Gallæcia Magna (isto é, num território que hoje corresponde à Galiza, ao Norte de Portugal e à zona Oeste das Astúrias).

Segundo o linguista Ivo Castro, da Universidade de Lisboa, a existência autonóma de uma língua romance galaico-portuguesa começou a ser patente no século VII, quando se verificaram dois fenómenos: a palatalização dos grupos iniciais latinos pl-, kl-, fl- na africada palatal surda tš; e a lenição das soantes intervocálicas latinas -n- e -l-.

Quando se iniciou a Reconquista cristã, a partir do século IX, o romance galego-português era a língua do Noroeste da Península Ibérica. Os distintos caminhos políticos seguidos posteriormente nas várias regiões onde era falada determinaram as progressivas transformações paralelas do galaico-português.

No território de Portugal (Reino independente a partir do século XII), a antiga língua comum evoluiu independentemente e a partir do século XIII já existia claramente aquilo que designamos por Português Antigo. “A abundante produção escrita em Português torna possível, desde então, observar com mais pormenor as mudanças que a língua vai sofrer entre os séculos XIII e XV e que, por graduais transições, a levarão a transformar-se de língua medieval em língua clássica”, como salienta Ivo Castro, agravando-se “o distanciamento em relação ao Galego, entretanto impedido pelo domínio castelhano de existir como língua de cultura”.[/td_text_with_title]

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  • Porque é que o Galego é tão idêntico ao Português?

    – A resposta é muito simples: é idêntico porque é a mesma língua.

    O Português é igual ao Galego porque foi criado por decreto Real em 1297, por D. Dinis, 6º rei de Portugal.

    E, neste âmbito a Fundação Geolíngua passou a existir desde 11 de Setembro 2001.

    Entre os objetivos da Fundação Geolíngua estão os seguintes projetos:

    Criar na Galiza o: MUSEU DA LÍNGUA GALEGA luso-afro-brasileira.

    Criar na GALIZA e na fronteira entre Elvas e Badajoz a maior universidade do mundo, e, a custo ZERO, a GEOuniversidade. – Este projeto foi apresentado em 2002 a ambos os autarcas, porem, foi totalmente ignorado, até os dias de hoje.

    No texto abaixo descrevo um pouco sobre a verdadeira história da autoproclamada língua portuguesa e uma proposta, neutra, para a língua do futuro.

    Geolingua: novo nome para o Galego-brasileiro.

    Cá está a sinopse de uma Obra a ser publicada em suporte Livro, Teatro e Cinema 3D.

    Como nasceu a língua “portuguesa”

    Segundo relatos e posicionamentos de: D. Afonso X – Rei de Castela e Leão, e D. Dinis – Rei de Portugal; Alexandre Herculano – historiador português e, Humberto Eco – filósofo … e, tudo relatado por Roberto Moreno – prof. e historiador, fundador da Fundação Geolíngua, cujo objetivo é: transcender a língua Galega para língua universal, via a língua “brasileira”.

    Colocações factuais e históricas.

    1 – D. Dinis (sexto rei de Portugal) em 1297, por decreto, cria a língua portuguesa e impõe-na na Chancelaria Real, na redação das leis, nos notários e na poesia, eliminando a língua Galega por razões socioculturais e geopolíticas. – D. Dinis adotou uma língua própria para o reino de Portugal tal como o seu avô espanhol, D. Afonso X, fizera com o castelhano a partir de 1252, por razões geopolíticas (embora, ambos continuassem a utilizar o Galego em suas poesias). – Portanto, como reza a história e, diante dos fatos (factos) – A dita língua “portuguesa” foi criada por Decreto, e, o Galego foi sumariamente banido, ocultado e torturado durante 8 séculos, para já não falar há mais de 2 mil anos, quando se mesclou com o Latim, dando origem ao Galego-latinizado (conhecido como latim vulgar) e que se fala hoje, principalmente em Portugal e no Brasil, nos seus dois dialetos, o português e o brasileiro, respectivamente.

    2 – O conceituado historiador Alexandre Herculano em 1874, disse: “A Galiza deu-nos população e língua, e o português não é senão o dialeto galego civilizado e aperfeiçoado”

    3 – «O certo é que as línguas não podem ter nascido por convenção já que, para se porem de acordo sobre as suas regras os homens necessitariam de uma língua anterior; mas se esta última existisse, por que razão se dariam os homens ao trabalho de construir outras, empreendimento esforçado e sem justificação? » – (Umberto Eco)

    __________________________________________

    Proposta de Roberto Moreno, fundador da Fundação Geolíngua:

    À luz dos fatos e da história e diante destas três colocações – a Fundação Geolíngua propõe-se a seguir os mesmos passos do Rei D. Dinis no âmbito deste ter criado a primeira “marca branca” do mundo, ao nomear de “português”, o Galego.

    O objetivo é designar o Galego, no seu dialeto brasileiro (em sintonia com Alexandre Herculano) – por GEOLÍNGUA (língua da terra). – É uma espécie de “Esperanto II” – uma “nova marca branca” – 8 Séculos após à marca “português”, ter sido criada.

    Esta proposta resulta de uma minuciosa e fundamentada investigação científica, ao consultar varias fontes, além das “oficiais”, desde 1992, onde se vislumbra que: a percentagem que separa uma língua de outra – é de aproximadamente 20%. A diferença, hoje, entre o português de Portugal e o galego é de 7% e, entre o português e o “brasileiro” é de 3%. – Portanto, histórica e cientificamente analisada, o português simplesmente não existe como língua, mas sim como – dialeto evoluído e aperfeiçoado – como afirmou Alexandre Herculano.

    Nesta perspectiva – a futura Geolíngua (Galego-brasileiro) passa a ser a primeira língua do mundo, pelo fato desta, entender 90% do “espanhol”, 50% do italiano e 30% do francês, sem qualquer dificuldade (pelo menos, na linguagem escrita) e une, para já e, a partir do Galego-castelhano (espanhol) 800 milhões de pessoas em 30 países e nos 5 continentes e – se acrescentar o italiano ultrapassa os 900 milhões, superando o inglês e o mandarim, com a vantagem de – a Geolíngua possuir, além do aspecto quantitativo, também o qualitativo, geopolítico e geoeconômico, em simultâneo, o que não é encontrado em nenhuma outra língua do planeta.

    Algumas fontes consultadas:

    – Vídeo ilustrativo sobre o projeto Geolíngua: – http://www.youtube.com/watch?v=aisI7SEry4c

    – A LÍNGUA BRASILEIRA – Eni P. Orlandi

    http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252005000200016&script=sci_arttext

    – O Brasil fala a Língua Galega – ‪http://www.udc.gal/dep/lx/cac/sopirrait/sr044.htm‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬ – artigo do Prof. Catedrático Júlio César Barreto Rocha, da Universidade de Santiago de Compostela.

    – O português vem do Galego – “Não é correto, do ponto de vista histórico-geográfico, afirmar, como fazem todas as gramáticas históricas, que “o português vem do latim”. – O português vem do galego – o galego, sim, é que representa a variedade de latim vulgar que se constituiu na Gallaecia romana e na Galiza medieval” – Marcos Bagno

    “O nosso idioma é muito mais antigo que a nação. Isto significa que, se nunca Portugal tivesse surgido, esta mesma língua (hoje chamada portuguesa) teria existido sem ele”. Afirma o Prof. Fernando Venâncio, referindo-se à língua Galega e, acrescenta: «Se a língua de D. Afonso Henriques algum nome pudesse ter tido, era só este: galego».

    “Entre Latim e Português: o Galego”

    https://www.facebook.com/notes/fernando-venâncio/entre-latim-e-português-o-galego/872947272754366/

    Quanto ao Acordo Ortográfico, sugiro ver a posição de Roberto Moreno, aqui – http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheAudicao.aspx?BID=94935

    Iberofonía – uma visão de Graça Castanho, candidata à presidência da República de Portugal – http://lusopresse.com/2011/254/GeoLingua.aspx

    Português, lengua de la globalización! – É assim, com este título, que começa uma crónica escrita por Roberto Moreno, em 2005, a pedido da jornalista Oriana Alves, na época, a serviço do Instituto Camões, em Lisboa, para uma matéria no Jornal de Letras, de Portugal. – Entretanto, por ORDEM do referido Instituto, esta crónica nunca chegou a ser publicada e foi arquivada sumariamente! – Cá está a Crónica que foi censurada – http://www.recantodasletras.com.br/artigos/3814553

    Geolingua no wordpress – https://geolingua.wordpress.com/

  • – Porque será que o jornal o Diabo, censurou o comentário de Roberto Moreno inserido nesta notícia? – O jornal o Diabo tem algo contra a Fundação Geolíngua e, o seu presidente defender e promover uma língua com dois mil anos de história, ou seja, a língua Galega, mãe dos dialetos (segundo Alexandre Herculano) português e brasileiro? – O jornal o Diabo, também irá censurar este comentário? – Vejamos!?