PCP e BE gritam pela nacionalização das empresas que arruinaram

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Paulo Costa Pereira

A EDP está em risco de ir parar às mãos dos chineses. A maioria das outras grandes empresas nacionais já não é propriedade de portugueses. Os comunistas choram e protestam, mas é por culpa das suas acções durante o PREC que hoje o tecido económico nacional está quase todo controlado por estrangeiros.

A empresa “China Three Gorges”, um dos maiores accionistas da EDP, prepara-se para adquirir a totalidade do capital da empresa, ou pelo menos uma posição de absoluto controlo. O PCP e o Bloco de Esquerda, partidos populistas e demagogos por natureza, imediatamente gritaram pela re-nacionalização da EDP, tal como gritaram pela re-nacionalização de quase todas as empresas privadas em Portugal.

Portugal enfrenta um momento crítico na sua economia. Apesar do constante discurso optimista de propaganda do Governo, pouco mais de um milhar de empresas em Portugal podem ser consideradas “grandes”, ou seja, empresas que empregam mais de 250 empregados e que facturam mais de 50 milhões de euros.

A perda destas supostas “jóias da coroa” para forças estrangeiras reduz ainda mais a quantidade do tecido económico que realmente é português. O problema é que o PCP e o BE reclamam hoje de algo que eles efectivamente criaram, sendo o pecado fundador o PREC de má memória.

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