2019: O ano-chave para a clarificação da Direita

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Nunca a Direita portuguesa teve tão grande representação política. Aos tradicionais PPM, PSD e CDS vieram juntar-se o Aliança, de Pedro Santana Lopes, e o CHEGA, de André Ventura, todos eles com naturais ambições de vir a ter representação parlamentar.

no de eleições, 2019 vai ser de clari cação para a Direita portuguesa. Afastado qualquer cenário de coligação pré-eleitoral, o ano vai decorrer a dois tempos: o da luta política e do desenvolvimento de diferen- ças entre todos os partidos; e o da chamada hora da verdade. Aquela em que, depois de os portugueses votarem nas legislativas, se contam não só os votos mas também os mandatos de deputados obtidos por cada um, e se avalia se existe alguma alternativa real a um novo Executivo de esquerda.

Mas já no final de 2018 começou a sentir-se a necessidade de se demarcarem águas.

Cristas ao ataque
A presidente do CDS rotulou o PSD de partido colaboracionista do Governo do PS e acusou o Aliança, de Santana, de ser incapaz de dizer que “não dá a mão a António Costa”.

O voto no CDS é o único que “não vai parar às mãos de António Costa, é um voto que não viabiliza um governo de Costa”, armou Assunção Cristas a algumas dezenas de militantes num jantar de Natal, depois de insistir que nas legislativas de 2019 não haverá “voto útil”, nem à Direita nem à Esquerda.

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