Adeus, 2018

0
548

Aproxima-se o final do ano e inevitavelmente meditamos sobre o que se passou e sobretudo o que está a acontecer, não só no nosso País como um pouco por todo o Mundo.

As eleições no Brasil mostraram a facemais negra da intolerância, demagogia e mentira sustentada pela esquerda e extrema-esquerda. Em Portugal, durante a campanha eleitoral, assistiu-se ao deplorável espectácu- lo dos Media apoiando descaradamente o candidato da extrema-esquerda – referindo- -se sempre a ele como “o candidato do PT” (ocultando o seu extremismo de esquerda) – e simultaneamente denegrindo e menosprezan- do o candidato Bolsonaro, a quem se referiam sempre como “o candidato da extrema-direita”, como se não pertencesse a nenhum partido. Após a vitória de Bolsonaro, Fizeram gala em mostrar as imagens de repúdio – através de manifestações, por vezes com carácter violento – levado a cabo por aqueles a quem o povo legitimamente recusou o voto. A democracia no seu melhor.

Ainda no capítulo das eleições, mais recentemente, na Andaluzia, o grande vencedor foi o novo partido denominado VOX, conectado com a extrema-direita. Ao invés do sucedido aquando das vitórias do Podemos (extrema-esquerda), caiu o Carmo e a Trindade e, tal como no Brasil, os “democratas” das esquerdas saíram à rua em protesto contra a vontade popular. Sim, porque para eles democracia só existe quando são eles os vencedores.

E m França, nomeadamente em Paris, o momento é de grande convulsão, com o povo nas ruas demonstrando claramente o seu descontentamento face à continuada política de aumento de impostos para fazer face ao contínuo aumento da despesa pública. À falta de melhores argumentos, desde logo a comunicação social e a esquerda vieram dizer tratar-se de “manipulação da extrema-direita”. Brada aos céus! Perante as imagens – parali- sações por toda a França, o povo nas ruas, estradas cortadas por agricultores, camionistas, motociclistas, etc. – chega-se à conclusão (perante as acusações e desculpas apresentadas) de que afinal a grande maioria dos franceses apoia a senhora LePen; e isso leva-nos a interrogar até que ponto os resultados eleitorais apresentados terão sido ou não verdadeiros…

• Leia este artigo na íntegra na edição em papel desta semana já nas bancas