Marcelo trava Lei de Bases da Saúde

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Com o sector da Saúde em verdadeiroestado de ‘guerra’, e com os enfermeirosdas salas cirúrgicas – apenas cercade 600 – a deixarem o Governo refémde uma greve que prejudica milharesde portugueses, o PR travou a manobrade diversão com que o Executivo dageringonça avançou, ou seja, a Lei de bases da Saúde.

Para já, António Costa não se decide a avançar com a requisição civil destes enfermeiros, e está cada vez maisacossado por um pequeno grupo. Marcelo Rebelo de Sousa exige que uma nova Lei de Bases da Saúde seja assumida pelos dois principais partidos, PSD e PS, o que em ano eleitoral como o de 2019 se afigura naturalmente impossível. Porque será que ninguém se entende na Saúde?

O Presidente afirmou com total clareza que a Lei de Bases da Saúde deve ser flexível e capaz de se adaptar à mudança científica e tecnológica e espera o maior acordo possível entre os partidos na sua votação. “Penso que uma Lei dessas tem que ser transversal, ter o máximo acordo possível para não mudar de governo para governo. A última vigora há 28 anos e, portan-to, isto significa que não é para ser votado por uma maioria durante quatro anos e depois mudada daí a quatro anos, e daí a quatro anos”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

O Chefe do Estado disse ainda esperar que haja “o maior acordo possível” entre os partidos navotação de uma Lei de Bases da Saúde “flexível”. “Quanto mais flexível e mais capaz de se adaptar à mudança científica e tecnológica, quanto maior for o acordo entre os partidos, melhor. Quanto mais rígida, quanto mais dividindo em vez de unir, pior”, defendeu.

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