A Guerra do Lítio: o novo ataque das esquerdas

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Depois do ataque ao petróleo – que afastou os investidores e faz adivinhar processos judiciais e fortes indemnizações – as esquerdas e os ecologistas prometem fazer tudo para sabotar a exploração de Lítio.

Interessados em manter as populações na dependência económica e na privação das riquezas (sob pretexto de que estas são “capitalistas”), para depois as escravizarem às agendas da CGTP e dos partidos marxistas, os “suspeitos do costume” escolheram agora como inimigo o Lítio, uma substância mineral rara que os pa- íses ricos e civilizados consideram ser, precisamente, o “novo petróleo”, tal o seu valor comercial.

Indispensável no fabrico da nova geração de baterias dos telemóveis ou das novas viaturas eléctricas, e utilizado pela indústria farmacêutica em medicamentos tão relevantes como os que asseguram a estabilização de doentes de várias patologias psiquiátricas, o Lítio poderia representar para Portugal, onde as jazidas deste metal são abundantes, uma quase independência económica.

Mas nada é assim tão simples, sempre que a extrema-esquerda resolve intrometer-se. Em nome de um vago e nunca explicado “interesse do povo”, activistas do “quanto pior, melhor” tudo fazem para boicotar um investimento avultado na prospecção de Lítio, da ordem dos 500 milhões de euros, e que poderá ser o primeiro passo no aproveitamento de uma matéria-prima indispensável já hoje e com um enorme potencial no futuro.

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