‘Batota’ nas vacinas e fundos europeus

0
1080

O aparelho do Estado, incluindo a administração de hospitais públicos, segurança social, autarquias e associações subsidiadas pelo Estado, está pejado de políticos nomeados, incompetentes, egoístas e obcecados com proveito próprio no (des)governo da pandemia da Covid-19. Até nas vacinas fazem “batota”, pondo em risco a vida dos seus concidadãos, quanto mais nos fundos europeus que aí vêm. 

Literalmente, muitos destes dependentes da política toda a vida, apesar de estarem em faixas etárias sem grande risco de fatalidade em caso de SARS-Cov-2, têm desviado por “batota”, para eles e respectivas famílias (mesmo filhas de 20 anos), vacinas que deveriam ser para velhinhas de 80 anos, pondo em risco a vida dessas veneráveis avós em vez de as salvar, devido à taxa de fatalidade ai saltar exponencialmente para cerca de 10%. No caso da vacinação, apesar de a “batota” ser óbvia, já lhes foi sugerido pelo coordenador do plano nacional de vacinação (entretanto demissionário) que a batota pode compensar e que passarão de novo à frente até de velhinhos de 90 anos diabéticos na segunda dose da vacina.  

Assim, se Portugal fosse um Titanic a afundar (em termos de saúde e economia não está longe de o ser), os homens e mulheres jovens ou de meia idade totalmente dependentes da política, “seleccionados” e nomeados pela actual direção do PS e da JS por todo o país para cargos públicos, tal como fazem com as vacinas, ficavam com os botes de salvação primeiro para eles, arriscando a vida de crianças e idosos por morte por hipotermia no mar gelado do Atlântico Norte. São tão desprovidos de ética ou de sentido de missão de serviço público que não temos dúvidas que não deixariam botes para a maioria da população, que através dos impostos lhes paga salários para nos servirem e não para se servirem. Com tal gente e tais práticas em cargos da República em putrefação, Portugal tem dos piores resultados e está mesmo a ir ao fundo não só da Europa, mas do mundo, tanto na saúde como na economia. 

A “batota” desta classe sem mérito incrustada no aparelho do Estado, quer na saúde quer na economia, tem compensado porque em ambos os casos tem na mão amigos compreensivos e até correligionários políticos como o referido ex-coordenador nacional do plano de vacinação, o procurador europeu, a Procuradora-Geral da República e o presidente do Tribunal de Contas. Isto além de governantes e deputados que nenhum cidadão também elegeu pessoalmente. Há ainda a comunicação social ao serviço de tais “batoteiros”, subornada pelo Estado direta ou indiretamente. Todos deliram narcisisticamente que representam bem a “República”, exigindo os maiores privilégios do mundo para si em troca dos piores resultados para nós.

Não tenhamos dúvidas de que o que estão a fazer na saúde com o desvio “batoteiro” de vacinas alocadas para Portugal pela Comissão Europeia, também farão na economia no desvio “batoteiro” de fundos europeus para a pandemia. E por eles, em espírito corporativo nauseabundo, não haverá consequências nenhumas para a “batota.” O crime compensará como tem compensado enquanto estiveram com Sócrates, estão com Costa e planeiam estar com Pedro Nuno Santos se os deixarmos e continuarmos a votar neles ou a ouvir as missas nos telejornais das 20 horas e comentários políticos que nunca os questionam e os propagandeiam como excelentes, apesar de tais incompetentes terem os piores resultados da Europa em quase todas as áreas que sem qualquer capacidade técnica conspurcam. 

Não tenhamos dúvidas de que o que estão a fazer na saúde com o desvio “batoteiro” de vacinas alocadas para Portugal pela Comissão Europeia, também farão na economia no desvio “batoteiro” de fundos europeus para a pandemia. E por eles, em espírito corporativo nauseabundo, não haverá consequências nenhumas para a “batota.” O crime compensará como tem compensado enquanto estiveram com Sócrates, estão com Costa e planeiam estar com Pedro Nuno Santos se os deixarmos e continuarmos a votar neles ou a ouvir as missas nos telejornais das 20 horas e comentários políticos que nunca os questionam e os propagandeiam como excelentes, apesar de tais incompetentes terem os piores resultados da Europa em quase todas as áreas que sem qualquer capacidade técnica conspurcam.  

Aliás, a palavra “batotas”, própria de barrabotas da política, num caso de tamanha gravidade clínica (como é o desvio impróprio das vacinas, bizarro, mas sancionado legalmente por deputados ou completamente ilegal, mas também feito por gente com ligações à atual direção do PS), foi invocada por um fiel partidário de Sócrates e Costa: sua “excelência”, que era suposto ser o coordenador e responsável máximo pelo tardio, em cima do joelho, sem critérios rigorosos de prioridade, irresponsável, errático, não ético, não técnico, não científico e ineficiente plano de vacinação português contra a Covid- 19. Um plano em que milhares de ridículas e auto importantes suas “excelências”, os mais variados senhores e senhoras iguais ao coordenador a quem pagamos salários do Estado para nos servirem, têm prioridade na vacinação em vez de quem mais precisa e é realmente de grande risco, como os idosos anónimos que trabalharam toda uma vida por Portugal.  

Sua “excelência” da ex-coordenação na vacinação é na realidade um mero licenciado em economia, sem qualificação académica técnica internacional ou de topo mundial na saúde, excepto a mesma do costume numa escola do Lumiar para políticos de carreira que querem ser secretários de Estado ou ministros da Saúde. Tem um enorme “currículo” de nomeações políticas.  

Chama-se Francisco Ramos e foi ele que invocou serem meros “batoteiros,” numa tentativa de menorizar os gravíssimos desvios impróprios de vacinas que têm acontecido por todo o Portugal. Isto como se um plano para a maior pandemia mundial, que tanto afeta Portugal, fosse um simples jogo da glória ou da bisca e não existisse a gravidade de tantos outros partidários de Sócrates, Costa e Pedro Nuno Santos estarem a desviar vacinas para proveito próprio, deles ou dos familiares de 20 anos, algo que põe seriamente em risco a vida dos idosos que precisam muito mais da vacina para poderem literalmente salvar a vida. 

Esse ex-coordenador sugeriu ainda que quem fez “batota” deve continuar a fazer. Ou seja, deve receber a segunda dose (o crime para os ‘socráticos’ compensa sempre). Afirmou que não era responsabilidade dele e da equipa averiguar “batoteiros.” Aparentemente, tal como não parecia ser responsabilidade dele e da equipa porem-se a mexer e começarem a vacinar os portugueses realmente a sério. Se não, nem no Verão os idosos portugueses nascidos na década de 1930 estarão vacinados, enquanto o autor destas linhas, que reside na Inglaterra e nasceu na década de 1970, qualquer dia na Primavera já está vacinado. Isto não por favores especiais, mas porque o plano de vacinação aqui no Reino Unido existe e está a decorrer a ritmo acelerado com um coordenador adequado.  

No Reino Unido há um coordenador do plano de vacinação a sério, com resultados já demonstrados, e não um coordenador que em Portugal tem sido uma espécie de comentador político caricato a ligar campanhas de vacinação a resultados eleições presidenciais, achando que uns cidadãos, por votarem diferente, têm menos direito às vacinas que outros da mesma idade. Trabalhe tecnicamente e não comente política, que é para salvar vida que lhe pagamos. 

Quase 300 Portugueses a morrer diariamente, involuntariamente, e esta classe deprimente dependente da política a discutir macabra e inoportunamente a eutanásia no Parlamento ou com picardias com outros populistas e areia atirada para os nossos olhos. 

Se os dependentes da política não têm capacidades técnicas nem ética para demonstrarem resultados, que se demitam. Deveria haver responsabilização por acção e resultados de cima a baixo no aparelho do Estado. Se esta classe de nomeados políticos é incapaz de vergonha e de demonstrar serviço ou de se demitir e responsabilizar por péssimos resultados, o Presidente da República reeleito deve actuar rapidamente. Isto dentro dos seus poderes e competências, para salvar vidas e restaurar ordem e eficiência na nação actualmente mais afectada da Europa e do mundo pela pandemia. O autor destas linhas já desde Abril do ano passado que avisou o Presidente e dezenas de milhares dos seus compatriotas que compartilharam o seu artigo sobre o assunto que não havia milagre nenhum. Com estas práticas e gente sem competência na saúde, estamos a chegar mesmo a ser o país mais perigoso do mundo na Covid-19. ■