Cibercrime, um perigo à espreita no seu ecrã

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Nos dias de alta tecnologia que vivemos, é estatisticamente mais provável ser-se roubado através do computador do que ter a casa assaltada por gatunos à antiga. Da entrega do IRS aos simples trabalhos escolares, a internet tornou-se praticamente obrigatória no nosso dia-a-dia. E, no entanto, 80% dos cibernautas portugueses não sabem como proteger-se contra ameaças de cibercrimes. A nível internacional, são 400 milhões de vítimas por ano, ou seja, um milhão por dia, 12 a cada segundo. Assustador.

cibercrime é aquele que é praticado com recurso a computadores ou à Internet. O uso massivo das tecnologias de informação e comunicação (TIC) tem permitido o aparecimento de novos tipos de crime e a internacionalização deste tipo de criminalidade.

O uso das tecnologias e a conexão global através da internet dão lugar ao cibercrime praticado por organizações criminosas ou criminosos individuais, que procuram lucros e outras vantagens ou têm propósitos relacionados com a intimidade, nomeadamente através de redes sociais.

Em geral, as vítimas encontram-se numa posição de particular fragilidade e desprotecção, já que de trata de um crime relativamente recente, ainda pouco valorizado e compreendido pela sociedade. Daí os seus efeitos ainda serem subestimados, a começar pela definição e aplicação de medidas destinadas ao seu combate.

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