Direita reorganiza-se para lá do PSD de Rio

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Com o PSD de Rui Rio a colapsar junto do eleitorado – isto a fazer fé nas sondagens internas encomendadas pelos próprios sociais democratas, que as sussurram ao ouvido –, a Direita entrou em fase de reorganização, tendo em vista os próximos actos eleitorais.

A trabalharem para lá de Rui Rio e da sua permanente guerrilha interna com várias facções no seio do que devia ser o seu núcleo duro (como os diferendos entre José Silvano e Salvador Malheiro) estão o CDS de Assunção Cristas e o Aliança de Santana Lopes.

O fundador do Aliança reuniu na passada semana, em Lisboa, com a líder do CDS, com quem discutiu estratégias “para se poder substituir a frente de esquerda que governa o País”.

Santana e Cristas estiveram reunidos durante cerca de uma hora na sede do CDS, em Lisboa, num encontro de apresentação de cumprimentos da Aliança, mas que também serviu para avaliar “as intenções de cada força política quanto à alternativa a constituir em relação à frente de esquerda” que governa Portugal desde 2015.

“Foi uma boa conversa de preparação também do ano eleitoral, além da apresentação de cumprimentos à presidente do CDS, que tem trabalhado bastante por essa alternativa ao governo em funções”, afirmou o ex-primeiro-ministro, numa altura em que falta menos de um ano para as eleições legislativas de 2019.

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