EVA CABRAL

Como se não tivessem morrido mais de cem pessoas na tragédia dos incêndios, António Costa voltou a demonstrar uma insensibilidade sem remédio. Resumindo 2017, diz com um sorriso: “Foi um ano particularmente saboroso para Portugal”…

No final da passada semana, em Bruxelas, o primeiro-ministro elogiou a evolução de Portugal em matéria financeira e considerou 2017 um ano muito positivo, sem comentar a actualidade do País.

De forma chocante, o primeiro-ministro António Costa resume o ano que termina, reflectindo o papel do País a nível europeu, deixando de lado comentários acerca da actualidade nacional. Ou seja, esqueceu os incêndios.

A reacção de Belém não se fez esperar. O Presidente não deixou passar em claro a posição do PM e assegurou que é necessário ter memória. “Não haja ideia de que o ano foi todo muito bom, com um pequeno problema que foram as tragédias. Não é verdade. Houve neste ano o melhor e o pior. O melhor, em muitos aspectos económicos e financeiros e no prestígio internacional; e o pior, as tragédias. Portanto, termos presente o que aconteceu é fundamental como lição para o futuro, porque há muito a refazer ainda nos próximos anos”, observou Marcelo.

  • Leia este artigo na íntegra na edição impressa desta semana.
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  • Paulo Reis

    António Costa é um gozão. O socialismo para ele só tem uma máxima: desde que eu e os meus estejamos bem,os outros que se danem. Ficam aqui bem patentes nos valores ético e morais deste …………..

  • Rafael Batista

    sem qualquer noçao do que deve ser um estadista como e que e possivel eleger gente desta para primeiro ministro leiam memorias de marcelo caetano e vejam como ele ha qurenta e tal anos previu tudo o que esta a acontecer uma das frases diz o pais hade ser governado por gente que nao serviam sequer para porteiros de hotel com o devido respeito por estes

  • Machadão

    Parabéns aos comentadores! Gostei dos escritos! Precisa-se de cidadãos com coragem que não se curvam á gentalha parasita do Governo e não só!