Mamadu Ba faz apelos à “porrada”

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Pretende processar judicialmente a historiadora pelo “crime de discriminação racial”, mas é o primeiro a defender o uso da “porrada” e da “convocação da raça” na luta pela “hegemonia” na sociedade.
O DIABO revela as contradições de Mamadu Ba, o senegalês que volta
às luzes da ribalta pelas piores razões.

Um recente artigo da Professora Doutora Maria de Fátima Bonifácio, dado à estampa no matutino ‘Público’, originou o anúncio, na semana passada, de uma queixa-crime interposta contra a historiadora pela associação SOS-Racismo. Embora o texto em causa se limitasse a contestar a eficácia da instituição de “quotas” com base na origem étnica, a SOS considera que Bonifácio praticou “um crime de discriminação racial” contemplado no artigo 240 do Código Penal.

Contra a historiadora insurgiu-se, em especial, o cidadão de origem senegalesa Mamadu Ba, que em entrevista ao jornal ‘i’ afirmou: “Fátima Bonifácio deve desculpas, não só à comunidade cigana e negra, mas a todos os portugueses e, mais do que pedir desculpa, tem de pagar pelo que fez”. E Ba disse mais: “Queremos que se faça Justiça e que, sobretudo, se ponha travões a afirmações que, na nossa opinião, são de incitação ao ódio”.

Agora, quem diria que este “santinho” anti-racista é, ele próprio, o primeiro a defender o uso da “porrada” e da “convocação da raça” na luta pela “hegemonia” na sociedade? É verdade. Num discurso violento perante uma plateia trotskista fanatizada, Mamadu sustentou que “uma parte do aparelho do Estado está capturada pelas forças da extrema-direita” e que “é preciso estarmos preparados para o combate e o confronto”.

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