Maria d’Aljubarrota: aquela coisa cujo nome não se pode pronunciar

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Depois de ter assistido, em directo e a cores, aos congressos do PSD e do CDS, não podia faltar ao conclave do Partido Socialista. Tal como anteriormente, foi também uma congressista amiga quem me infiltrou nos trabalhos pela porta do cavalo.

Entrei no pavilhão do ExpoSalão da Batalha, Sábado passado (a agenda de sexta era só para principiantes), com uma fita cor-de-rosa e um ‘passe-partout’ ao pescoço, um nome truncado e um cargo “emprestado”, mesclando-me atrevidamente entre aquela gente. Até tive direito a uma pastinha cheia de reclame à banha-da-cobra, para me dar completamente ares de “socialista” compenetrada.

Mas a minha amiga logo me preveniu: “Nada de andar aí a fazer perguntas sobre aquela coisa cujo nome não se pode pronunciar, ou temos o caldo entornado”.

Concordei sem rebuço, embora com dúvidas sobre o que seria “aquela coisa cujo nome não se pode pronunciar”. Dificilmente eu poderia andar por ali a fazer perguntas, fossem elas quais fossem, pela simples razão de não conhecer praticamente ninguém.

Que gente estranha eu fui encontrar na Batalha!

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