Polícia: ganham pouco, trabalham demais e longe de casa…

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Uma mulher africana viaja de autocarro nos arredores de Lisboa e recusa-se a pagar o bilhete da filha de oito anos que se tinha esquecido do cartão que lhe dava direito a viajar gratuitamente.

Além de não querer pagar, a mulher insulta o condutor (agente único de motorista e cobrador) que, no cumprimento das suas obrigações para com a empresa onde trabalha, pede ajuda a um agente da PSP.

Sem lograr obter a colaboração da infractora – que o invectiva e agride, mordendo-o nos braços –, o agente usa meios coercivos para a dominar, conseguindo colocar-lhe as algemas e conduzi-la à esquadra, onde chegam poucos minutos depois.

A criança de oito anos assistiu a tudo o que se passou, que foi gravado pelos telemóveis de alguns presentes, ao mesmo tempo que injuriavam o agente com impropérios também audíveis. Essas imagens mostram a cara da mulher perfeitamente normal, sem qualquer vestígio de possíveis agressões.

Meios de comunicação social (MCS) publicaram depois fotografias que mostram a mulher com os lábios inchados deduzindo, sem provas, que terá sido agredida pelo agente que a deteve ou por outros agentes da PSP. 

O condutor continuou a fazer serviço na mesma carreira e, alguns dias depois, foi selvaticamente agredido por utentes daquele serviço, tendo recebido tratamento e ficado hospitalizado.