Um embuste chamado socialismo.

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À medida que o tempo passa, o socialismo vai mostrando o enorme embuste que é. Apregoando aos quatro ventos querer uma sociedade igualitária e justa, tudo faz para, à socapa, aumentar a pobreza, culpando sempre terceiros pelo sucedido, e assim cativar mais votos. Paralelamente, ao invés de, como anuncia, acabar com as regalias e as injustiças, utiliza o poder para cimentar os seus privilégios.

O Ministro Centeno proclama aos quatro ventos que os portugueses pagam mais impostos porque ganham mais… Além de querer fazer de nós parvos, revela uma total falta de escrúpulos, de dignidade e de honestidade intelectual e política. Se nalguns casos até é verdade – mas que na prática muitas vezes se traduz em menor rendimento líquido, isto é, menor poder de compra –, na generalidade, pagamos mais impostos, sobretudo indirectos. É nos combustíveis, no IA, no IUC, no IMI e no constante aumento dos valores pagos nas taxas e taxinhas que nos são cobradas por tudo e por nada, por vezes com valores absolutamente absurdos. Um exemplo claro é o aumento da reforma de €822 para €835, que se traduziu num aumento de imposto de 2,9% para 5,3%, que se traduz num prejuízo real de €8 mensais. Trata-se, pois, de um vergonhoso embuste socialista.

As previsões para o crescimento económico deste ano apontam para qualquer coisa como 1,7%, abaixo do inicialmente anunciado pelo Executivo socialista. De forma capciosa, fundamentam esta descida como consequência da recessão económica verificada e estimada nas principais economias europeias, escondendo porém as causas internas, cuja única e exclusiva responsabilidade é do Governo de António Costa. Paralelamente, apesar do fracasso, rejubilam e gritam aos quatro ventos que estes 1,7% são “fantásticos” face ao passado. Mentira! No último ano em que a coligação do PSD/CDS governou (2015), o crescimento económico cifrou-se nos 1,8%! E estávamos ainda a mando da famosa troika. É apenas outro exemplo do embuste socialista…

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