Uma decisão sustentada no “porque sim”

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O presente artigo tem por objetivo contribuir para um melhor esclarecimento sobre os argumentos (quase sempre baseados em narrativas e não em factos) repetidamente propalados pela aNa/ ViNCi e pelo Governo para justificar a decisão de construir na ba6 um aeroporto complementar da Portela.

Desse discurso o cial não transparece que a decisão foi tomada após a consideração séria de outras alternativas igualmente viáveis, como a exaus- tivamente estudada opção de construção faseada de um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete (CTA), localizado igualmente no concelho do Montijo. Alternativa que desempenharia, numa primeira fase (estavam previstas quatro fases), a função de aeroporto complementar e que evoluiria de forma a dar resposta, sem condicionamentos, às previsíveis necessidades da Região de Lisboa e do País durante muitas décadas.

Na defesa da solução Portela+BA6 (Montijo) têm sido feitas a rmações que são verdadeiros mitos, a saber: longevidade adequada às necessidades futuras; solução mais barata e de execução mais rápida; sem problemas ambientais signi cativos; criação de emprego.

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