As genuflexões dos 4 jotas do PS

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Emigra mais um bebé português (e a sua família portuguesa inteira em idade produtiva) de cada vez que quatro governantes garotos socráticos, já de meia idade, adoptam “genuflexões encomiásticas” (uma expressão recente deles) aos maus negócios misturados com políticos, representados pelos escritórios de advogados que compram deputados.

Neste artigo relatamos algumas das mais recentes “peripécias” destes quatro governantes na lama do pântano socrático-costista onde eles têm prosperado enquanto nos põem a todos já quase tão pobres como os búlgaros, em último lugar da União Europeia em poder de paridade de compra. 

Falamos de João Galamba, Delgado Alves, Pedro Nuno Santos e Duarte Cordeiro. Apesar de já grisalhos e de não serem da Turquia (nem reformistas), estes quatro políticos auto-intitulam-se “jovens turcos” do PS.  Mentem até sobre a maneira como se autodesignam. Na sua maioria “formaram-se” na juventude partidária e sempre dependeram da política, acumulando alguns quatro ou cinco cargos em simultâneo – sem contar com os cargos de nomeação no Estado para as esposas deles – onde têm desde há décadas nas autarquias, parlamento ou governo esbanjado milhares de milhões de euros dos nossos impostos.  

Estes governantes, que nos dão muito prejuízo, só querem contratar, para o Estado e empresas arruinadas a viverem do Estado, políticos toda a vida como eles (mais a família deles); detestam e afastam verdadeiras empresas, indústrias e profissionais especializados e produtivos, que fossem capazes de lucrar e enriquecer os portugueses.  

Pedro Nuno é um político que paga a políticos dos negócios, como Frasquilho da falida TAP e falido BES, salários ao nível dos da produtiva e lucrativa Ryanair. Como se políticos que não percebem dos assuntos nem apresentam resultados, valessem tanto como gestores especializados nas áreas e com resultados. 

João Galamba fez recentemente um ‘tweet’ disparatado, pobre e mal-agradecido, repleto de erros ortográficos, éticos, políticos e económicos afirmando que “Cada vez que alguém adota geneflexoes (sic) encumiásticas (sic) à indústria farmacêutica pelo sucesso das vacinas morre um Hayek bebé”. Foi esta a reacção deste jota mal-agradecido ao início da vacinação contra a Covid 19.  Ora, a indústria farmacêutica felizmente salva o mundo, aumenta a esperança de vida e faz prosperar trabalhadores especializados  (incluindo portugueses emigrados) em países como a Alemanha, Inglaterra ou América. 

Ao contrário do que este governante sem mundo pensa, quem nos dera ter cá muitas sedes mundiais da indústria farmacêutica global. Em contraste total com a promiscuidade dos provincianos negócios políticos reinantes em Lisboa, a indústria farmacêutica global, que estes governantes jotas detestam emitindo estes ‘tweets’ ridículos, contrata com base no mérito profissionais altamente qualificados tecnicamente, com currículos verdadeiros e resultados passados e actuais comprovados, atingindo objectivos e curando, mitigando ou prevenindo muitas doenças.

Esta indústria – que deveria ser um exemplo para Portugal – gera assim, obviamente, lucro há décadas, para poder continuar este ciclo da resolução de graves problemas, gerando empregos e pagando salários, além de recompensar e motivar os seus investidores para novos riscos de investimento em futuros combates contra novas doenças infecciosas ou crónicas.  

Ou seja, estes nossos governantes odeiam, logo afastam e repugnam, os verdadeiros e bons negócios das companhias e indústrias produtivas – baseadas no mérito de especialistas nas áreas técnicas e resultados – que contribuem para a sociedade e enriquecem os residentes nos países onde estão sediados.

O actual governo de Portugal, largamente comandado por estes quatro apologistas socráticos, ainda e sempre garotos dos jotas –“jovens turcos” –, apesar de nascidos nos anos 70, contrata com base na cunha e favores políticos gente sem profissão nem capacidades técnicas, com resultados passados desastrosos, nunca atingindo objectivos, destruindo ou degradando cada vez mais a economia portuguesa.  

Delgado Alves, outro destes jotas bem entranhado na lama deste pântano político, aparece frequentemente na TV, não se percebe bem porquê ou com que interesses por detrás. É um deputado que nunca foi eleito num círculo unipessoal ou em primárias (a que se opõem), só foi posto no parlamento por cunhas. Isto é, nunca nenhum eleitor escolheu Delgado para deputado, só Sócrates e Costa o puseram nas listas de deputados. No entanto, e sem qualquer humildade nem educação, afirmou esta semana ao comentar debates que um seu colega no parlamento, esse mal ou bem escolhido por eleitores, é “porco” na lama. Grande “categoria” de comentários televisivos. 

Estes governantes que temos o azar de cá ter adoram é o pântano de eleições onde não os podemos escolher e postos na televisão garantidos sabe-se lá porquê, ao estilo de Marques Mendes. Os negócios que eles querem e elogiam são os falsos e péssimos negócios dominados pela cunha e mentira. Fazem genuflexões na lama do pântano político, onde se inventam quer currículos quer promessas de lucro futuro, só servindo para eternos prejuízos e para nos empobrecer a todos.

O governo destes quatro jotas gera assim, obviamente, prejuízos enormes para os contribuintes há décadas, para continuar este ciclo da falta de reformas e dos problemas estruturais graves da nossa economia, gerando desempregos e pagando dos salários mais baixos da Europa, além de punir e desmotivar os contribuintes de cá ficarem, emigrando cada vez mais gente, que leva os seus bebés portugueses ou já os faz lá fora, para fora de uma economia cada vez mais estragada. 

O maior “feito” dos referidos quatro jotas, antes dos nossos milhares de milhões que queimaram recentemente na TAP, Hidrogénio, BES ou CGD, foi derrubarem o honesto e íntegro António José Seguro a favor de António Costa.  

João Galamba disse nessa altura que quem denuncia a corrupção lhe dá  “vómitos”. Prefere com certeza o ecossistema da corrupção dos procuradores e jotas das golas inflamáveis a serem nomeados por cunhas e com falsos currículos.

Tiraram nessa altura uma fotografia, os quatro juntos, ufanos por através desse golpe nas costas de Seguro trazerem o socratismo todo – excepto o dito cujo – de volta à direcção do PS e governação do país. Iniciaram assim há cinco anos a nova festa de irresponsabilidade nos negócios misturados com política, má gestão, má governação e má nomeação de jotas como eles por todo o aparelho do Estado e companhias detidas pelo Estado ou autarquias. 

Os falsos negócios que estes jotas adoram são mantidos por inacção de falsos procuradores-gerais adjuntos que recebem cunhas do governo e falsos jornalistas da falsa televisão RTP, recompensados pela sua propaganda putiniana-orbanica-chavista.

Só livrando-nos de tais maus políticos, exigindo reformas eleitorais como os círculos unipessoais para decidirmos quem pomos a deputado e governante,  conseguiremos substituir os maus negócios dos governantes vindos dos jotas partidários, baseados na falsificação de currículos e dados económicos, pelos bons negócios que deveríamos ter para o país enriquecer em vez de empobrecer, baseados no mérito e na verdade profissional e económica. ■