Governados pelos melhores!

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Ficámos a saber pela comunicação social, tal como Marcelo soube, os nomes do novo Governo da República Portuguesa, o XXIII. Hoje, 1 de Abril, estamos, portanto, em condições de afirmar como ficámos impressionados com a grande qualidade e originalidade de tal Governo. É verdadeiramente ímpar e disruptiva. António Costa surpreendeu-nos pela positiva, tal a criatividade e empenho que demonstrou em seleccionar para o Governo nacional os melhores e mais capazes de entre todos os portugueses. Estamos, indubitavelmente, perante profissionais enormemente cobiçados pelos privados e no mundo inteiro, nada dependentes da política, com imensa experiência global e extraordinários resultados apresentados no passado em qualquer área que tivessem gerido. Costa foi genial e imprevisível, como é seu apanágio. Recursos humanos de topo é com ele. Seleccionou um grupo de governantes com talento inigualável. Estes governantes inspiram-nos a enorme confiança de que é desta vez que Portugal vai aumentar a sua produtividade e reduzir a sua dívida para ser um dos países mais competitivos do mundo, elevando os salários reais e o poder de compra para todos os portugueses aos níveis dos melhores da Europa. Os reformados já podem dormir descansados, como queriam, porque com estes governantes as suas reformas nunca estarão em perigo de nova incursão da “Troika”, como após anteriores governos do PS. Com estes nomes novos e sonantes do PS no Governo os jovens profissionais portugueses pararão de emigrar ao ritmo de quase um milhão por década e regressarão a Portugal, pela magia da genialidade governamental socialista, para pagarem as reformas dos idosos que votaram PS e convidaram assim para o poder os melhores de todos nós! 

Por exemplo Fernando Medina, nas Finanças, vai, com certeza, ser muito prudente, nunca perdulário, nem pagando a mais desnecessariamente em contratos públicos por ajuste directo. Medina, tal como exemplarmente fez concursos criteriosos e a preços fantasticamente a favor do interesse do contribuinte lisboeta, agora, que é responsável pelas contas nacionais, fará o mesmo. Ficaríamos muito gratos a Medina se para sua assessora escolhesse a extraordinária Margarida de Arroios e outros talentos ímpares e éticos que com ele geriam exemplarmente Lisboa. As grandes companhias financeiras mundiais, como a “JP Morgan” ou a “Goldman Sachs”, estão tristes porque, queremos acreditar, tudo fizeram para contratar Medina, esse mago das finanças que deixou as contas de Lisboa a brilharem; Medina tinha o mundo financeiro a seus pés para qualquer posição profissional global que quisesse. No entanto, por patriotismo, por saber que é o melhor português do mundo na área financeira, apesar de não precisar, escolheu governar Portugal nessa área. Com Medina nas Finanças, Portugal vai, nesta década, dar um salto financeiro para a frente, ainda maior do que a Irlanda deu em termos de rendimento europeu de PIB/per capita na década anterior. É desta que as contas vão ser equilibradas e a dívida reduzida.

Pedro Adão e Silva, esse sociólogo professor de ciência política de renome mundial, que eleva o seu ISCTE ao topo mundial do “ranking” académico, de tanto talento socialista extraordinário que lá tem a dar aulas, também foi uma fantástica surpresa para liderar o ministério da Cultura. Portugal vai ficar um farol da cultura mundial, capaz de atrair os maiores e mais fantásticos eventos culturais. Adão é um homem culto e desportista, que alia uma mente sã em corpo são, como recomendam os muitos livros da Grécia clássica, que admira – não para ler ao som das óperas de Wagner, das telenovelas e do futebol na “SIC”. Adão tem, pois, muito mundo e não precisa da política nem dos seus favores para viver bem. Este homem é um dos mais cultos e mais abnegados por Portugal. Um dos maiores organizadores de eventos do mundo, logo justamente pago pelo Estado português a um preço ao nível do seu talento, ímpar e intrínseco. Isto sem nada a ver com o socialismo, com amizades e favores na comunicação social, com justo direito a motorista e assessores para organizar o 25 de Abril. Achamos que o próprio príncipe Carlos, ou o seu filho Guilherme, quando forem corados reis da Inglaterra, quererão, sem dúvida, contratar Adão. Será uma pena – e uma desolação para eles – que Adão responda agora que primeiro está a defesa da cultura em Portugal! 

Sócrates, o original filósofo da Grécia clássica – não o homónimo socialista português, contemporâneo herói e ídolo de todos estes nossos governantes –, dizia que precisamos de estadistas de ouro e talentosos. De facto, temos um Péricles estadista em António Costa, que se rodeia dos melhores e mais capazes atenienses modernos, governantes de ouro, com resultados de ouro e ambições de muito ouro, riqueza, imortalidade e invencibilidade para Portugal. 

Por exemplo, se algum exército estrangeiro nos quiser invadir nós vamos resistir e vencer. Como ministra da Defesa temos outra socióloga de excelência, como Adão, Maria Helena Carreiras. Relembremos que a sociologia é uma das licenciaturas mais cobiçadas e de mais difícil acesso em Portugal. Só entram em tal curso os melhores dos melhores, sendo natural assim que tenhamos um Governo com tantos socialistas. Carreiras é uma académica extraordinária, reconhecida a nível mundial como das melhores do mundo na área militar, que toda a vida tem dissertado brilhantemente sobre as estratégias de guerra, uma autêntica Von Clausewitz ou Sun Tzu lusitana.  As suas teorias “woke” sobre o nosso exército cheio de generais são exactamente aquilo que precisamos para tornar o exército ainda mais eficaz do que já é! Com Carreiras encarregue da nossa defesa ninguém se atreverá a invadir-nos e a contribuição de Portugal, que já é enorme, na defesa da NATO e dos seus potenciais aliados crescerá ainda mais. 

Outro indício do raro conjunto de talentos que este Governo representa é o facto de tantos dos ministros terem feito carreira na JS. Como ministra Adjunta dos Assuntos Parlamentares teremos a brilhante e inigualável oradora empática Ana Catarina Mendes e como ministro das Infra-Estruturas e da Habitação teremos o rigoroso gestor do nosso dinheiro na TAP e CP, Pedro Nuno Santos. A JS tem ainda mais um talento no Governo, no ministério do Ambiente e da Acção Climática, Duarte Cordeiro. Este, sem dúvida, coordenará o fantástico trabalho de João Galamba, continuador de José Sócrates, sempre em prol dos portugueses, fazendo com que a nossa energia seja mais acessível e barata para todos, apostando em negócios únicos e exemplares de renováveis e fechando as centrais a carvão a um ritmo que ninguém mais consegue fazer no mundo. Com estes preços de energia é mesmo a JS que nos pode salvar! Finalmente, saudamos a presença neste Governo de brilhantes herdeiros de brilhantes anteriores ministros socialistas. Nos Negócios Estrangeiros temos João Cravinho, o júnior, depois do sénior se ter calado sobre a corrupção que não existe em Portugal. Como ministra da Presidência temos Vieira da Silva, a júnior, depois do sénior ter sido brilhante na segurança social portuguesa, cada vez mais sustentável. 

Bem hajam a todos os reformados e idosos que elegeram Costa que, por sua vez, escolheu tanto talento para nos governar. ■