Povo pacóvio na compra de casa

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Um português a viver em Inglaterra não paga nada ao Estado por comprar casa por 292 mil euros ou menos, mas um português, em Portugal, paga mais de uma dezena de milhares de euros ao Estado socialista em impostos, se comprar casa por esse preço. Mesmo se estivermos a falar de uma casa mais modesta, que custe 150 mil euros, o pobre comprador no pobre Portugal tem de pagar quase dois mil euros de imposto móvel sobre transacções (IMT). Isto enquanto na rica Inglaterra um rico comprador não paga imposto nenhum ao Estado por esse valor de casa. 

Assim sendo, os eleitores do PS que aprovam este estado de coisas cabem, sem dúvida, na definição de pacóvios. São ignorantes, ingénuos e pouco evoluídos, que facilmente se deixam enganar pela comunicação social subornada para pregar as virtudes de gestão de um medíocre governo, composto por sociólogos e gente vinda da juventude socialista. Tal governo de incapazes, obviamente, a única coisa que é capaz é de aumentar impostos e mais impostos. Só sabem fazer o mais fácil para eles e mais difícil para a população. 

Enquanto os ricos ingleses não pagam nenhum imposto ao Estado por comprarem uma casa humilde ou média, os pobres pacóvios portugueses pagam milhares de euros aos sociólogos e jotas socialistas que os desgovernam. E ainda agradecem por pagarem mais que os ingleses pondo a cruz no PS a cada quatro anos, como pacóvios inamovíveis, teimosos e de ideias fixas que são. Andam sempre à volta da nora e da propaganda socialistas. Gostam de viver para serem muito mais explorados que os outros povos ocidentais, até na compra de um simples tecto para poderem viver. 

Em Portugal somos espoliados pelo Estado em impostos gigantes para serviços minúsculos, ou inexistentes, se comparados com outros países. O Estado português não olha a meios para impedir os portugueses de terem casa na sua ânsia de facturar impostos e empobrecer os portugueses. 

Os impostos socialistas voam dos nossos bolsos, não se sabe muito para quê e para quem, mas para quem os paga não trazem grande retorno. Passamos a detalhar o que já acima explicamos: um português que compre uma casa até quase 300.000 euros (mais exactamente 292 mil euros, ou seja 250 mil libras ao cambio da data de escrita deste artigo, a 24 de Maio de 2022) paga 0% de impostos se essa for a sua residência principal em Inglaterra e se lá estiver emigrado. Já um português residente em Portugal que vota PS – e todos os residentes em Portugal por culpa desses pacóvios – que compre a residência principal por 292.000 euros paga 8% de taxa marginal de IMT (Imposto Móvel sobre Transacções). Mesmo extraindo a parcela a abater (11.959,32), fica em 11,401.00 euros!

Aliás, logo a partir do valor de 126,404.00 euros de valor da casa pagamos 5% de impostos, o que mesmo extraindo a parcela abater significa milhares de euros. Em Inglaterra os compradores são muito menos mãos largas para com governantes. Assim, só uma casa acima de um milhão de euros (855 000 libras) é que paga 5% de imposto. No entanto, em Portugal, para uma casa com este mesmo valor são 7.5%, sem parcela abater. Ou seja, um inglês ou português em Inglaterra que compre casa nesse valor paga 50 000 euros de IMT, mas um português pacóvio, que vote socialista, paga 75000 euros de impostos, são 50% acima a mais no cofre do governo do PS! E não fica por aqui. Depois, ainda por cima, temos mais 0.8% (mais uns milhares de euros) em imposto de selo. Os residentes portugueses pobres, remediados ou ricos pagam sempre mais que os correspondentes residentes ingleses.

Por causa de impostos tresloucados socialistas, assim levados a cabo contra portugueses já sacrificados por ganhar muito menos que nos outros países, mas que ainda por cima pagam mais impostos, centenas de milhares portugueses jovens e qualificados fogem de Portugal para ir viver para países não socialistas, onde possam respirar economicamente, fundar família e viverem sem ser a dar tudo ao partido socialista. Além dos jovens e qualificados, portugueses de todas as gerações e qualificações estão a fugir para a Inglaterra e outros países. Fogem do estadão molengão socialista, último da Europa nos índices Eurostat que, para se auto-alimentar, tudo lhes quer tirar sem quase nada lhes dar. Há muito mais exemplos para além da compra de casa. Por exemplo, no poder de compra somos já quase os últimos da União Europeia devido à combinação de baixos salários com altíssimos impostos. Estes para pouco servem, já que em Portugal tudo se paga caro, desde as auto-estradas ao acesso à saúde. Quem quiser guiar até ao interior de Portugal para ver os avós ou ir buscar produtos hortícolas paga por esse “privilégio” muitíssimo mais do que para entrar em grandes centros financeiros e tecnológicos mundiais como Londres, Frankfurt ou Boston. Quem não quiser ficar anos à espera de uma operação de ortopedia ou de oftalmologia tem de recorrer a seguros privados, como já quase 50% dos portugueses fazem. 

As conclusões sobre que grupo de portugueses maioritariamente vota PS são inequívocas: são principalmente os mais idosos e menos instruídos. Isto é admitido até pelo próprio relatório pós-eleitoral do ISCTE, insuspeito nessa matéria por ser um conhecido albergue de socialistas que enviam para lá fundos do Estado, como o João Leão. Este também enviava muito milhão ao Pedro Nuno Santos para negócios de velha bitola ibérica e que já ninguém quer comprar, nem a Espanha. De onde vem tanto milhão para tanto disparatado esbanjamento socialista, para nem sequer falar das questões éticas? 

Dos nossos impostos, que por isso estão cada vez mais altos. E o que recebe um desgraçado de um português em troca de pagar tanto imposto ao Estado socialista, além de ser mal servido por ministros vindos da juventude socialista ou de cursos fáceis, de médias medíocre, em sociologia?  Será que recebe auto-estradas de graça por todo o país, pagas pelos seus impostos, como acontece na Inglaterra? Claro que não. O português paga e não recebe quase nada em troca. Tem de pagar do seu magro bolso quase tudo aquilo que precisa para viver. 

Os sociólogos socialistas e ex-jovens socialistas que nos desgovernam não sabem fazer mais nada na vida, nem têm nenhuma competência se não arranjar maneiras de estarem sempre a aumentarem impostos. Ao pé deles os senhores feudais da Idade Média, ou das trevas, eram meninos do coro. Ao menos esses, a troco de impostos, ofereciam protecção ao povo contra alguma invasão. Já os nossos ministros não nos oferecem protecção nenhuma, nem sequer contra a inflação galopante e o aumento dos preços de quase tudo. Quanto mais as coisas sobem, mas eles lucram com a nossa inflação, cobrando impostos mais altos em valor absoluto. Quanto mais as casas sobem de preço e mais os juros aumentam, mais dinheiro eles fazem quando precisamos de comprar uma. 

Se a canção popular do “malhão” fosse aplicada ao estadão socialista, os moços e moças ministros sociólogos ou vindos da JS só precisavam de uma pequena mudança na letra. A vida dele é comer e beber, passear na rua e aumentar impostos. ■