Profissionais em vez de ‘jotas’ no poder

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Portugal não se vai desenvolver enquanto for governado por ministros ou presidentes de câmara sem profissão, vindos da JS, a esbanjar os nossos impostos. Felizmente, os portugueses estão finalmente a exigir para os governar profissionais de sucesso em vez de dependentes da política do PS. De Lisboa ao Porto, passando por Coimbra, os eleitores escolheram recentemente para os governar profissionais liberais e empresários de sucesso, por exemplo formados na universidade de Harvard, e vindos de multinacionais financeiras de topo, tal como Moedas é. Só livres dos ex-jotas socialistas e governados por profissionais qualificados podemos ambicionar igualar a Irlanda em rendimento “per capita”, que é governada por um médico, como agora Coimbra o é.

Há assim esperança para Portugal de ser um país próspero e bem gerido por profissionais competentes, como os países ricos são, se afastar os “boys” socialistas do poder. Se continuarmos neste caminho agora iniciado, de aumento dramático dos padrões de exigência para governantes, até podemos ambicionar, um dia, sermos um tigre rico do continente europeu, em vez de um eterno “PIG”, pobre e socialista. 

No continente asiático Singapura brilha economicamente entre os vizinhos pobres porque os seus ministros vêm de boas universidades americanas e inglesas, como veio o presidente da câmara do Porto, o ex-empresário Rui Moreira. Não querem lá ex-jotas a desgoverná-los e empobrecê-los. 

Igualmente os eleitores portugueses urbanos desprezaram os “boys” socialistas. Nas autárquicas de 2021 o PS, além de perder Lisboa e Coimbra, foi humilhado no Porto, ainda mais que antes, devido ao típico candidato vindo da JS que apresentou. Continua também afastado do poder em cidades com gente muito qualificada e empreendedora, como Cascais ou Braga. O PS está a tornar-se num partido dos subúrbios ou meios rurais, como o PCP o era, antes de agora quase desaparecer.

Começando pelas grandes cidades, os eleitores estão a rejeitar socialistas sem mundo nem ética, geralmente vindos da JS ou ligados a apoios da JS, por darem milhares de empregos pagos pelo Estado a ex-dirigentes locais, distritais e nacionais da JS e suas famílias. Só no último ano entraram 2.000 novos funcionários na CML. Os “boys” lisboetas do PS escreveram a sua própria lei, deliberação 618/2017, para fintar a lei da república que limitava em 20 o número de assessores e secretários do presidente e vereadores da CML. Passaram a ser mais de 100! Para se autoservirem em vez de servirem os munícipes. 

Os “boys” socialistas, parasitas do Estado, são cada vez mais, mas os serviços públicos são cada vez piores. Mais 65.000 funcionários públicos desde que Costa tomou posse, para reiniciar a festa socrática esbanjadora, mas cada vez desesperamos mais por renovar um simples cartão de cidadão. 

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