Marxismo Ambiental

Chamam-lhe a “greve climática”: é o último pretexto inventado pelos marxistas para incentivarem os jovens a não estudar. Disfarçados de “ambientalistas”, lentamente começam a passar a mensagem de que é “urgente combater o sistema”. Os políticos, incluindo alguns idiotas úteis “de direita”, aplaudem estas greves ao mesmo tempo que a escola entra em colapso. É o pseudo-ambientalismo ao serviço da “luta anti-capitalista”.

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A jovem diletante Greta Thunberg veio a Portugal, feita “Santinha Verde”, e convocou mais uma “greve pelo ambiente”, apelando a que os jovens portugueses se “baldassem” às aulas para se irem manifestar ao lado de Catarina Martins, Katar Moreira e companhia. 

Normalmente, esperar-se-ia que uma jovem adolescente de 16 anos estivesse na escola em pleno mês de Dezembro, mas estudar já não é uma prioridade na Europa bem-pensante do século XXI, e essa moda chegou a Portugal. Que o diga quem viu Greta a ser recebida no ancoradouro pela classe política em peso, quase como se fosse Isabel II a visitar Portugal por uma terceira vez.

Essa mesma classe política, em vez de apoiar a educação e fazer sentir aos jovens portugueses que a sua obrigação enquanto futuros cidadãos é estudarem e prepararem-se solidamente para o futuro, aprovou o “voto nº 65/XIV”, de “louvor à greve climática estudantil”. O voto da esquerda a favor era garantido, mas não se viu à direita qualquer defesa da educação e da disciplina. Um PSD cada vez mais descaracterizado e sem identidade votou a favor, juntamente com a Iniciativa Liberal. A única oposição veio dos seis deputados do CDS-PP e do Chega. É pouco, mesmo que simbólico.

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