Um Século sem Sidónio Pais

0
1662

No dia 14 passaram-se 100 anos sobre a morte do grande estadista português Sidónio Paes. Foi assassinado na estação do Rossio por José Júlio Costa, um facínora que veio a morrer louco já em tempos de Salazar.

Sidónio foi assassinado a mando da Carbonária, instigada moralmente por Afonso Costa a partir de Paris. O mesmo nefasto e repugnante Afonso Costa que Sidónio tinha definitivamente arredado do poder em 7 de Dezembro de 1917.

Sidónio repousa definitivamente no Panteão Nacional, Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa. Um dos poucos portugueses dignos de figurar nesse monumento banalizado por figuras insignificantes do século XX que, num período de extrema decadência do País, não tem mais ninguém para meter dentro de Santa Engrácia do que futebolistas, fadistas, poetas de segunda e patetas como Manuel de Arriaga.

• Leia este artigo na íntegra na edição em papel desta semana já nas bancas