Leão: o gatinho do PS e da CP!

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Um Leão de nome não deveria ser um gato a desviar o queijo dos nossos impostos para a toca do futuro líder do Rato. O ministro das Finanças João Leão é, pois, um gato manso e submisso perante as exigências de crianças de meia-idade, ministros vindos da juventude socialista, a quererem brincar aos comboios, esbanjando milhares de milhões de euros dos nossos impostos. 

O ministro de Finanças andou no MIT a estudar gestão e finanças. Atirar tudo o que aprendeu em Boston sobre essas matérias para traz das costas, contra o melhor interesse nacional, para desviar até 47% dos impostos directos sobre o rendimento de cada português adulto – além de todos os outros impostos indirectos – para as brincadeiras de comboios e aviões de uma criança socialista é aterrador. 

O imperdoavelmente irresponsável ministro Leão ao perdoar, de repente, 1.8 mil milhões de euros da dívida da CP, no Orçamento de Estado para 2022, quis agradar ao seu proprietário, em vez de seu colega, o ministro das infraestruturas Pedro Nuno Santos. Este jovem socialista de meia-idade, fazendo festas ao seu reverente felino domesticado, agradeceu, elogiando o orçamento do seu gatinho, perdão Leão, como o “melhor de sempre”. Isto quando, antes, a criança tinha batido no seu pequeno leão de peluche por este não lhe ter dado, logo à partida, todos os milhares de milhões de euros que o ex-JS queria. 

O esbanjador petiz Pedro Nuno vê-se também a ele próprio como o melhor de sempre e quer ser primeiro-ministro, não por quaisquer extraordinárias qualificações, capacidades ou resultados para os portugueses, mas só por ter muitos caciques de votos da juventude socialista distribuídos pelo país que o podem eleger líder do PS, em troca de receberem muitos empregos no Estado, para os quais não são qualificados. Só nisso, reconhecemos, Santos é bom, no resto é em tudo demasiado mau: desde os milhares de milhões de euros desperdiçados em negócios ruinosos de carris velhos de bitola ibérica que já ninguém quer – mas a CP compra caro – aos também milhares de milhões a voarem na TAP, que também já quase ninguém quer nem usa na Europa, quando vem a Portugal. Pedro Nuno gasta assim ainda mais milhares de milhões dos nossos impostos do que Sócrates gastava e, como este seu herói afirmava, diz também ser para nosso bem. Não percebemos bem como, se temos de apanhar a Ryanair em vez da TAP para termos bilhetes de avião a preços razoáveis quando vimos a Portugal e a CP nunca apanhámos, porque não faz ligação directa à Europa, pois não usa carris de bitola europeia. Mas pronto, Santos, tal como o seu ídolo Sócrates, lá deve ter as suas razões para tanta despesa.

Ideologia muito à esquerda? Estranha esquerda essa esquerda caviar, que esmifra a classe média toda e os milhares de empresas produtivas, para desviar para meia dúzia negócios milionários improdutivos ou anacrónicos. 

Para o juvenil “esquerdista” Pedro Nuno, desde o Orçamento de Estado com maior carga fiscal de sempre, contando com impostos directos e indirectos, ao gestor da CP que desperdiçava milhões em fornecedores de material velho que já ninguém, – nem a Espanha – quer, carris de bitola ibérica, na era da bitola europeia, é tudo o “melhor de sempre”. Quem não quereria hoje vender cassetes e discos piratas, literalmente do tempo de Salazar, e que já não valem nada, a bons preços e com boas comissões? 

Realmente, para os reparadores, fornecedores e detentores do monopólio do negócio da bitola ibérica, os gestores da CP são mesmo os melhores de sempre! Igualmente para eles, também, é o melhor de sempre um Orçamento de Estado que dá, entre perdão de dívida, mais despesas anuais, quase três mil milhões de euros dos impostos para os negócios que incluem a já referida bitola velha do tempo de Salazar, que ninguém hoje quer!

Já não podemos continuar a compactuar reverencialmente e amedrontados perante quem nos aumenta a gasolina para mais de dois euros em impostos para financiar coisas como esta bitola inexplicavelmente velha, o parque automóvel de alta cilindrada injustificada de socialistas e amigos do PS, gestores e directores incompetentes da CP que acumularam milhares de milhões de dívida, ocupando cargos públicos e os usarem para pagar os seus negócios privados de fornecedores, como fez, segundo o “Jornal Novo”, Nuno Freitas ex-“melhor presidente de sempre da história da CP”, segundo Pedro Nuno Santos. É esta gente que dá às suas empresas privadas milhões do Estado, como o Mexia fazia, que Pedro Nuno, esse ministro infantil ou pior, mente ao afirmar “serem os melhores gestores do mundo”. 

Pedro Nuno Santos deve, certamente, representar o Estado e os portugueses e não os negócios. Por isso, gostaríamos de perguntar a Pedro Nuno: “Explica lá por que é que te juntaste ao Costa nos negócios como os Kamov e os SIRESP para derrubar o íntegro e honesto Seguro, que lutava contra os negócios ruinosos misturados com política? Certamente és um fiel depositário dos nossos fundos públicos, mas por não perceberes nada de finanças, ainda vais pôr as culpas todas no ministro das Finanças por ser um infiel depositário dos nossos fundos públicos, pois esse é adulto e percebe de finanças. Como dizia o teu modelo no PS, Sócrates, até as crianças sabem que as dívidas não são para pagar! O que interessa é a independência financeira mais do que alguém pode sonhar, não é? Da nação, claro.” 

A criança de meia-idade, ex-líder da juventude socialista, Pedro Nuno Santos, que cresceu a admirar e elogiar o seu “pai” político Sócrates, indiciado por corrupção, e a participar no golpe imundo do seu outro “pai” Costa contra Seguro, não tem culpa de, com “pais” políticos traumáticos assim, não ter formação académica internacional nem qualquer experiência empresarial e profissional internacional de topo para saber como gastar milhares de milhões de euros dos nossos impostos em transportes. Tal como gastava, sem saber, para as renováveis. 

No entanto, o académico adulto João Leão, pago pelo Estado português para estudar finanças e gestão numa das melhores universidades do mundo, mas que cedeu tão facilmente à criança birrenta quase dois terços do esforço anual de cada português em impostos directos e indirectos a tal jovem socialista, tem de ser envergonhado também publicamente por tal esbanjamento tresloucado, que causará estagnação económica por mais décadas e outra geração de portugueses altamente qualificados a emigrarem. 

É reveladoramente contrastante a falta de espinha deste Leão «Sr. Sim, Sim, Gasta, Gasta» perante alguém que nem sequer é primeiro-ministro, comparado com, por exemplo, o ministro das finanças britânico Rishi Sunak. Este, segundo o mais recente The Sunday Times, é o «Sr. Não», pois já disse ao seu primeiro-ministro Boris Johnson e a todos os seus colegas ministros que a “brincadeira dos gastos acabou”. Agora o dinheiro tem de ser poupado. Isto quando Boris nunca gastou em negócios estranhos de carris para comboios com bitolas ibéricas velhas, mas na saúde dos ingleses durante o pico da pandemia.

Os preços da gasolina já estão a mais de dois euros. As pensões serão insustentáveis. Quando tudo isto estourar, não basta chamar Leão à atenção. É preciso, e desde já, responsabilizá-lo ao mais alto nível pela sua reverência tresloucadamente irresponsável perante o jovem socialista, nascido nos já há muito idos anos 70. São gatos mansos e cobardes formados em finanças, mas complacentes com pirómanos esbanjadores, como Sócrates, Costa ou Santos, os maiores responsáveis do estado deplorável e estagnado a que Portugal chegou. Este sistema está podre e não merece qualquer respeito de quem se dá ao respeito e tem ética e princípios, almejando reformar Portugal para sairmos de últimos da Europa. ■