O país arruinado por jotas e sociólogos

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Se António Costa fosse seleccionador nacional, não só do governo e função pública, mas também da equipa de futebol nacional das quinas, em vez de treinadores e futebolistas profissionais que trabalhassem nos melhores clubes do mundo, também escolheria, claro, gente vinda da JS e da sociologia. Não lhe interessaria que fossem obesos, sem energia, sem treino, nem saberem fintar… eram camaradas e precisavam de emprego, ponto final! Os resultados e ficarem em último na Europa que se danassem!

Somos um país “sui generis”, governado e gerido na função pública não por gestores de topo ou profissionais altamente qualificados nas matérias técnicas complexas de que são responsáveis, mas por ministros e secretários de Estado vindos, na sua maioria, de uma juventude partidária e/ou da sociologia. Por exemplo, à frente do Ministério das Infra-Estruturas temos a dupla ministro Pedro Nuno Santos e o seu secretário de Estado Adjunto, Hugo Mendes, que lidam e comunicam sobre muitos projectos de aviação e ferroviários, que nos custam milhares de milhões de euros. O primeiro, claro, vem da JS; o segundo, claro também, vem da sociologia. Não só neste ministério mas por todo o Governo é assim. A sociologia e afiliação à JS é a grande “marca” da maioria dos membros deste Governo. De onde mais viriam os governantes que o ex-JS Costa escolhe? Em quem poderia pensar Costa senão sempre nos mesmos do costume, a produzirem sempre os mesmos resultados? Costa alguma vez nos deu provas de ter muito mundo, ser criativo, ambicioso e ter muita visão estratégica para o futuro de Portugal? 

Os resultados deste estranhíssimo e bizarro “modelo de gestão” JS-sociologia dos governos do PS desde Sócrates, e continuado por Costa, único do mundo ocidental, estão à vista. Os recursos nacionais e as muitas ajudas europeias são consumidos, mas em quase todos os índices do Eurostat quase todos os países da Europa nos ultrapassam em quase tudo, connosco sempre a ficarmos para último da EU. 

Presentemente, os nossos governantes JS-sociologia estão a gastar a ritmo muito acelerado muitos milhares de milhões de euros na aviação e muitas centenas de milhões de euros na ferrovia. Tal e qual como Sócrates fazia e já dizia sobre a TAP ou sobre as auto-estradas modernas para a Beira, eles agora asseguram-nos que a TAP e a moderna linha da Beira vão ser fabulosas, um dia destes, depois da festa.  

Pedro Nuno Santos e o seu “clã”, designação de jornais como o “Observador”, vindo da JS e da sociologia, lutam contra o tempo, tal como o PS francês e o PCP português lutaram até ao fim, até minguarem por completo. Santos, sucessor de Sócrates e Costa e continuador da “obra” deles, tem que chegar a primeiro-ministro para continuar a alimentar toda a sua “entourage” socialista, antes que morram os mais idosos e menos instruídos dos eleitores. Estes são os mais facilmente enganados pela comunicação social, reciprocamente benemérita com os socialistas, ao ponto de votarem PS. É um vício que os mais próximos da iliteracia entre a nossa população já não largarão até ao caixão. Não querem saber se são governados por uma espécie de “groupies” de Sócrates, Costa e Pedro Nuno Santos ou fãs deles, porque igualmente dependentes da política como eles, em vez de por gestores e profissionais técnicos do mundo real e competitivo que conseguissem, finalmente, bons resultados para as vidas dos portugueses.

Tais idosos pouco instruídos continuarão a pôr a cruz no PS. As suas mentes, pulsos e braços estão tão esclerosados que já não sabem fazer outra coisa. O PS passou a ser, não o partido dos engenheiros e profissionais brilhantes internacionais, como Tito de Morais, Guterres ou Mariano Gago eram, mas o partido albergue de empregos para a juventude socialista e para a sociologia. Mas tais eleitores envelhecidos nem notaram essa degeneração clara ao longo das duas últimas duas décadas. Mudou-se o conteúdo por completo, mas, como a garrafa com o punho e a rosa é a mesma, bebem sem notar o gosto azedado, bastante fora de prazo e ultrapassado do PS a governar Portugal. Em França, onde a maioria dos idosos tem mais cultura, já notaram isso há bastante tempo. Por essa razão, lá, nas últimas eleições presidenciais, de Abril de 2022, a candidata afiliada com o PS francês teve apenas 1,7%. 

Cá, os eleitores do PS acomodaram-se a ser os mais pobres, desgraçados e híper-taxados dos europeus, a pagarem com os seus impostos auto-estradas, comboios e aviões cujos preços depois são tão proibitivos (devido ao modelo de gestão socialista) que não podem usufruir deles, a esperarem anos por uma cirurgia e a verem os filhos e netos, todos, a emigrar. Todos os dias contam os tostões para ver se podem comprar comida para além do pão, das batatas e do arroz que os torna diabéticos. Nas duas últimas décadas o PS deles, espécie de substituto do álcool que já não podem comprar, tira-lhes tudo e tem-lhes reduzido o poder de compra em relação aos outros cidadãos europeus. Quase todos na antiga Europa de Leste já têm mais poder de compra que os portugueses. Os anciões que votam PS nem já dinheiro têm para irem ali ao lado, a Espanha, e verem logo que lá os salários são mais altos e os combustíveis mais baratos. Quanto mais conseguirem sonhar, pouco educados e viajados, que, por exemplo, no Luxemburgo, na Suíça, na Irlanda, nos EUA, em Singapura ou no Dubai, os salários são muitíssimos mais altos e os impostos muitíssimo mais baixos. Nesses países, bem geridos por governantes e funcionários públicos de topo, que não vêm de uma juventude partidária nem da sociologia, há um rendimento líquido facilmente 500% superior ao dos portugueses na mesma profissão, de cantoneiro a CEO.  

Perante toda esta miséria da decadência portuguesa e da vida dos portugueses, temos o futuro primeiro-ministro, o ex-JS Santos, designado pela imprensa, que aldraba idosos pouco instruídos, que o PS subsidia, a brincar aos comboios e aviões, áreas nas quais não tem quaisquer especializações nem experiência. No entanto, tem muitas centenas e milhares de milhões de euros dos impostos que assaca aos portugueses para gastar e esbanjar, em comboios e nas linhas férreas. 

Por exemplo, o governo de ex-jovens socialistas e sociólogos alardeia que a modernização da linha da Beira Alta, da CP, vai custar mais de 500 milhões, mas vai ser mais um excelente investimento deles. Modernização é chavão dessa propaganda socialista para esbanjar dinheiro do PRR por muito lado, como é costume com os socialistas socráticos. A dita modernização passa por esbanjar milhões numa linha nova, mas já velha e obsoleta à nascença, porque nunca usada na Europa, e até cada vez menos na Espanha, devido à bitola ibérica. Claro que polvilhada com alguma sinalética da mais moderna e que custa mais, mas um desperdício se aplicada em linhas novas-velhas. Vão haver, provavelmente, vias únicas e inclinações estranhas, mas vamos gastar muito dinheiro para ter comboios para sítio nenhum, vazios e caducos. Isto uma vez que cada vez menos gente quer viver num interior sem empregos nem saúde. Em vez de baixarmos os impostos para atrair investidores e empregadores para o interior, temos ex-JS e sociólogos a esbanjarem os nossos altíssimos impostos em comboios inúteis, faraónicos, tal como antes tínhamos ex-JS e sociólogos a gastar em auto-estradas faraónicas. Isto sem resultados nenhuns no combate à desertificação e ao desaproveitamento do interior, pois poucos podem pagar para as utilizarem. 

Em conclusão, a culpa do estado económico de Portugal não é só do modelo de gestão ex-JS-sociologia e seus resultados, mas principalmente dos eleitores que votam nesse modelo. Gostamos muito do ditado americano “engana-me uma vez, vergonha para ti; engana-me duas vezes, vergonha para mim” (por acreditar de novo). Os eleitores do PS deviam ter muita vergonha de serem enganados tantas vezes. ■