Se fosse no período “colonial”, não faltariam acusações de exibicionismo capitalista e segregação. Como tudo se passa na Luanda “independente”, parece que é normal…

Já não há comunismo para culpar. Nem clã Dos Santos para responsabilizar. Tudo acontece na “nova era” do Presidente João Lourenço, um velho ‘quadro’ do MPLA que surge apostado em “moralizar” a sociedade angolana. Como é possível, então, que nos supermercados da outrora imponente cidade de São Paulo de Luanda, tenham surgido à venda “cabazes de Natal” com um preço de custo de 38 mil euros?

Não, não é gralha. Quem o descobriu foi a agência Lusa, que no período festivo do Natal fez uma ronda pelas grandes superfícies e supermercados da capital angolana, para aferir os efeitos de uma crise económica resultante da quebra dos lucros da actividade petrolífera, a principal fonte de receita daquele antiga Província Ultramarina.

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