JOSÉ FIGUEIREDO

Apesar de alguma amortização de dívida do Estado ao FMI, a Dívida Pública de Portugal continuou a subir. E o rácio entre a Dívida Pública e o PIB continua acima dos 130%. Onde está, afinal, o “milagre Centeno”?

Vivemos na “era da comunicação”. Todos os dias, assistimos a uma guerra de informação. E, também, a muita contra-informação.

Compete, entre outros, aos órgãos de comunicação social fazerem a necessária pesquisa ou investigação, para que o público em geral seja devidamente informado. Sabemos que existe muita manipulação de informação, seja ela proveniente de órgãos governamentais e partidários, seja também de alguma parte da sociedade civil.

É consensual considerar que a Dívida Pública de Portugal é enorme. Historicamente, o Estado Português nunca deveu tanto aos seus credores, face à sua produção, como actualmente.

  • Leia este artigo na íntegra na edição impressa desta semana.
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  • Fernando Teixeira

    O que se tem estado a fazer, e já vem do Governo de Passos Coelho que isso negociou com os outros parceiros da Troika, é pagar primeiro ao FMI, que cobra os juros mais altos. Mas para isso, tem-se recorrido a sucessiva emissões de Dívida Pública, aproveitando a maré de juros baixos proporcionada pela política do Banco Central Europeu e que influencia também em baixa os juros no Mercado. Enquanto continuarmos a acumular Deficit, mesmo assim com “habilidades” contabilísticas, a Dívida continuará a aumentar. Mais, precisamos de um Superavit sustentado e de bom nível para reduzirmos os juros, acabar de pagar ao FMI e começar a pagar aos outros 2 membros da Troika.

  • Jason Voorhees