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Obras Públicas – ou os insondáveis mistérios da política portuguesa
HENRIQUE NETO
António Costa renovou a sua promessa de nomear um Conselho Superior de Obras Públicas para, suponho, validar o programa de obras do Governo,...
Há algo de podre no reino da geringonça
HENRIQUE NETO
Como previ no seguimento das últimas eleições presidenciais e legislativas, a governabilidade do País, que nunca foi boa, iria piorar devido à solução...
A herança de José Sócrates
HENRIQUE NETO
Apresentei recentemente um livro da autoria de Joaquim Vieira e de Felícia Cabrita com o título “Caso Sócrates”, que tem na capa o...
A Ferrovia e a Propaganda Política
HENRIQUE NETO
O Governo prometeu submeter as suas propostas sobre as grandes obras públicas ao debate público e à aprovação da Assembleia da República, mas...
A incompetência é política
HENRIQUE NETO
A segunda tragédia dos fogos, com mais de quarenta mortes a lamentar, alterou o foco político, não tendo já nenhuma importância a demissão...
Exportação portuguesa vai ficar refém dos comboios espanhóis
O “Manifesto - Portugal uma ilha ferroviária”, publicado no ‘Expresso’ por um conjunto de cidadãos subscritores, coloca frontalmente em causa as políticas seguidas por vários governos no passado, de privilégio da mobilidade rodoviária, o abandono da ferrovia e, igualmente, as opções do Governo de António Costa neste domínio.
Acontece, diz ele
"Rapidamente me apercebi de que os interesses dos deputados eram imensos e bastante variados, desde a compra e venda de acções na Bolsa, até aos telefonemas constantes com pedidos, cunhas e propostas das mais variadas."
Caso António Mexia/EDP: onde está a surpresa?
Não se compreende que possa haver surpresa com a decisão da Procuradoria Geral da República de acusar alguns dirigentes da EDP e da REN, por actos de duvidosa legalidade e de mais do que duvidosa seriedade, realizados no intuito de favorecer a EDP e prejudicar os consumidores e o Estado.
O nó cego da política portuguesa
A actualidade política portuguesa divide-se entre os que defendem a todo o custo aquilo a que se convencionou chamar “a geringonça” – termo que procuro não usar – e os que atacam a actual coligação parlamentar da esquerda e naturalmente o Governo do Partido Socialista, porque dizem não acreditar nas políticas seguidas e apontam o desastre iminente. Todavia, o facto de o fazerem por razões ideológicas ou por interesse partidário, faz com que haja emoção a mais e coerência e rigor a menos, retirando validade ao debate.
Os candidatos às Presidenciais e o Acordo Ortográfico
Para responder à necessidade de registar e divulgar as posições dos Candidatos à Presidência da República sobre o “Acordo Ortográfico” de 1990 (AO90) O DIABO analisa as medidas concretas que os Candidatos propõem adoptar, porque são essas que reflectem o seu compromisso com o Eleitorado.










